Vacina Covid19:Gera polémica em torno da vacina Astrazeneca

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Nas vacinas de combate a covid-19, o de Oxford é a mais barata e usada em dezenas de países incluindo a Guiné-Bissau.

A vacina chamada AZD1222, foi desenvolvida por uma equipe de cientistas do instituto Jenner e do Oxford vacine Group, licenciada em seis continentes e em mais de 70 países de acordo com a produtora.

Com potencialidade de correcção ligeiro, com uma eficácia segundo os dados variável de 76% á 79% de protecção contra o novo coronavírus.

Depois da sua utilização vários países, questionaram sobre a sua eficacia, onde muitos países ordenaram a suspensão no seu uso.

Ultimamente no continente Europeu, problemática sobre a vacina veio a intensificar, gerando dúvida e ‘medo’ na população mundial sobretudo, os de continente africano.

Na Guiné-Bissau uma semana antes do alto-comissariado ter anunciado a campanha de vacinação, na mente da população, pairava dúvida igualmente sobre sua eficacia, tendo muitos questionado os seus efeitos secondarios, facto que, não foi esclarecido pelas autoridades sanitárias do país.

No dia 02 de Abril, iniciou a utilização da primeira dose no país, com objectivo de vacinar cerca de doze mil pessoas em todo território nacional, tendo como grupo alvo, pessoal da saúde, um metodo que aos poucos veio a estender para todo mundo devido a data de validade do produto.

Apesar da vacinação do chefe de estado e alguns membros de governo e demais individualidades do país, a polémica intensificou-se sobre efeitos que a astrazeneca pode causar, facto que, levou freio da população na aderência ao processo da vacinação.

Preocupada com a situação, Alta comissária pela covid, Magda Robaldo tranquilizou a população afirmando que a vacina Astrazeneca é segura, refutando as informações que contradizem sobre a data de validade da vacina, apelando os guineenses a se fazerem vacinar.

Surpreendentemente, na cidade de Bissau, os citadinos foram confrontados com a morte de um cidadão de 28 anos de idade por alegada vacina nele aplicada, no passado dia 7 deste mês, segundo informou uma fonte próximo a família.

“Alfa estava bem antes de ir tomar a vacina, ele complicou depois tomar esta vacina astrazeneca, começou logo a queixar-se as dores e frio, daí tentamos ligar as autoridades sanitárias mas ninguém atendeu a chamada, de mesmo modo ligamos a sua irmã que trabalha no hospital Simão Mendes, e ela ordenou que levássemos para hospital onde acabou por não resistir e morreu” informou a fonte.

Sobre o assunto, Alto Comissariado para covid-19 distancia-se da morte do cidadão Alfa de vinte oito anos.

Reagindo hoje, em conferencia de imprensa, Amadú Buaro, consultor da OMS e coordenador de comunicação de riscos no Alto Comissariado disse que a morte de jovem não está relacionada com a vacina contra covid-19 sustentando que, nao há provas que confirmem o caso, e a autópsia não foi feita portanto é difícil afirmar que, este jovem morreu por causa da vacina astrazeneca.

Por outro lado, Nelson Delgado, um dos responsáveis do centro de manifestação adversa pois imunização desmente a informação que, dava conta que tinha ligado pelo números dos responsável sanitário.

Segundo a explicação do médico que, estava de plantão o cidadão morreu no caminho antes de chegar ao hospital, só foi recebido para poder confirmar o óbito. Disse o responsável.

Enquanto que, Alta comissária afirmou que mais de seis mil cidadãos guineenses já foram vacinadas contra covid-19.

Facto foi revelado hoje, em conferência de imprensa pela Alta Comissária, durante o balanço da campanha da primeira fase de vacinação contra a pandemia.

Magda Robalo considerou satisfatório o processo de vacinação que durou cerca de uma semana ao nível de sector autónomo de Bissau e região de Biombo.

A responsável afirmou que, doze mil doses ofertado pela MTN, foram todas utilizadas desde passada sexta-feira considerando que, um grosso da população já se vacinou de acordo com os dados que tem.

Ocasião serviu para Magda anunciar que, o país já recebeu mais dez mil doses de vacina para segunda vaga da campanha, proveniente do Senegal e da China.

Entre elas, quatro mil doses de Astrazeneca doado pelo governo senegalês e a outra seis mil foram doadas pelo estado chinês.

A seis mil são da produção chinesa, e não está prevista seu uso já, porque ainda não foi aprovada pela Organização Mundial da Saúde.

De sublinhar que, o país já se registou sessenta e seis óbitos actualizados num universo demais três mil e seiscentos de casos contaminados.

Autor: CAP-GB

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