UEMOA define três eixos e vinte e três (23) ações para horizonte 2025

presidente da Comissão da União Económica e Monetária da África Ocidental, Abdoulaye Diop, durante uma coletiva de imprensa

REDAÇÃO

A Comissão da União Econômica e Monetária da África Ocidental está apresentando seu novo instrumento para planejar e orientar suas intervenções emblemáticas para os próximos quatro anos.

O novo roteiro da Comissão da UEMOA baseia-se em três (03) áreas de intervenção e vinte e três (23) ações emblemáticas. Denominado “CAP 2025 (Quadro de ações prioritárias 2021-2025)”, foi apresentado na terça-feira, 23 de novembro de 2021, pelo presidente da Comissão da União Económica e Monetária da África Ocidental, Abdoulaye Diop, durante uma coletiva de imprensa com professionais da sub-região um evento online na presença dos Comissários.

Na sua locução o presidente garantiu que nao se trata de projetos individuais, destinados a cada estado membro mas sim um conjunto de acções que a organização pretende estabelecer, para que torne a zona UEMOA mais atrativo de ponto de vista económico, através da valorização dos potenciais económicos, criação de infraestruturas, promoção de emprego,investimento em um sistema de segurança transfronteiriço mais solido.

acções sinteticos da luta contra a probreza vai ser tomada e depende da politica dos estados mas nós podemos ajudar e acompanhar,e verdade que nao podemos dizer hoje ou amanha, mas vamos garantir que nos proximos quatro anos vamos participar com algo.

Presidente Diop

O Colégio de Comissários em exercício desde 10 de maio de 2021 definiu prioridades estruturantes, objetivos e resultados a serem alcançados até 2025. O “CAP 2025” da Comissão da UEMOA para o período 2021-2025 é uma visão apoiada por objetivos estratégicos divididos em três (03) áreas de intervenção e 23 ações.

Os objectivos da Comissão são acelerar a convergência económica e aprofundar o mercado comum; consolidar as ações setoriais estruturantes para um espaço econômico viável e fortalecer a governança e o desempenho organizacional. Segundo o Presidente Abdoulaye Diop, os eixos de intervenção são: aprofundamento das bases da integração económica (Eixo 1), “melhoria da eficiência das intervenções sectoriais” (Eixo 2), consolidação da governação institucional (Eixo 3).

Em resposta aos jornalistas o presidente da comissão prometeu que a organização sub-regional de tudo vai fazer para garantir um quadro favorável a impregabilidade dos jovens, criando infraestruturas de formação e de capacitação dos recursos humanos mas tambem garantindo uma mobilidade aos estudantes dos paises membros.

Para aprofundar os fundamentos da integração econômica , a Comissão selecionou sete (07) ações. 

  • estabelecimento do regime de Prática Livre na UEMOA; 
  • reforço das capacidades operacionais das estruturas de implementação das regras de concorrência; 
  • criação de um fundo de estabilização na União;
  •  produção e promoção de estatísticas regionais (IHPC, MCS e MEGC, renovação de BDSM);
  •  desenvolvimento de infraestrutura de transporte e trânsito eficiente; promoção do transporte multimodal; 
  • apoio para a gestão segura das fronteiras na zona UEMOA.

Com o objetivo de aumentar a consolidação de ações setoriais estruturantes para um espaço económico viável, a Comissão iniciará dez (10) ações emblemáticas a nível do Eixo 2 “Melhorar a eficácia das intervenções setoriais”. No âmbito das ações, destaca-se o contributo para a constituição de clusters de competitividade industrial; o desenvolvimento de pólos energéticos; o desenvolvimento da oferta de serviços digitais; o desenvolvimento de centros regionais de treinamento e pesquisa; o estabelecimento de um mecanismo de intervenção para a prevenção e gestão de epidemias na área da UEMOA; operacionalização do mecanismo de promoção de negócios e indústrias culturais e criativas; a promoção da agricultura sustentável e o fortalecimento da segurança alimentar e nutricional. Além disso, há o fortalecimento da resiliência das populações frente aos perigos e às mudanças climáticas e a promoção da cooperação transfronteiriça.

No que diz respeito à consolidação da governação institucional (Eixo 3), a Comissão planeja seis (06) ações emblemáticas. Compromete-se a configurar e operacionalizar as ferramentas de direção estratégica; continuar a implementar o orçamento do programa; aprimorar e fortalecer habilidades internas; fortalecer mecanismos de mobilização e governança de recursos financeiros; fortalecer a capacidade de mobilizar parcerias e absorver recursos externos e estabelecer mecanismos de direção e monitoramento de políticas, programas e reformas.

As vinte e três ações da instituição são coerentes com as principais disposições do Tratado da União alterado (relativas às missões e ações da UEMOA) e têm em conta os atuais desafios que a Comissão e os Estados-Membros enfrentam.

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