” Silenciar a imprensa guineense é sinónimo de calar a democracia”

O Bastonário da Ordem dos Jornalistas afirmou esta segunda-feira 27 de Julho de 2020 que ” silenciar a imprensa guineense é sinónimo de calar a democracia”.


António Nhaga falava na conferência de imprensa conjunta entre a Ordem dos Jornalistas e o Sindicato dos Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social para reagir a vandalização ontem (26-07), em Bissau, das instalações e os equipamentos da Rádio Capital FM.


Na ocasião o Bastonário da Ordem dos Jornalistas reafirmou que ato de ontem vem provar que está-se construir uma ” narrativa de amedrontar os jornalistas guineenses “
” Na Guiné-Bissau está-se construir uma nova narrativa de amedrontar os jornalistas no que diz respeito a ter acesso a fonte de informação. Ou seja, uma filosofia de intimidar os homens da imprensa. Isto acontece só nos regimes militares onde não tocam directamente nos jornalistas, mas, os intimida ao ponto de terem medo de colocar as questões e a CFM deve ser o primeiro patamar que querem alcançar para depois intimidar os outros órgãos “. Disse


Para António Nhaga a construção e consolidação da democracia guineense, depende da imprensa guineense porque é ela (imprensa) que faz avaliação do regime do país.
” De facto silenciar a Rádio Capital não da boa imagem a Guiné-Bissau. A construção e consolidação da democracia depende do jornalismo guineense, ele é elemento da avaliação do regime do país, ou seja, nenhum político português é avaliado em função da imprensa guineense mas sim em função da imprensa Portuguesa classe política esqueça que a avaliação dos seus empenhos depende da imprensa guineense ” Frisou


Entretanto, a Presidente do Sindicato de Jornalistas e Técnicos de Comunicação Social SINJOTECS, Indira Correia Baldé condena e considera o ato de covarde, considerando-o de um ” atentado a liberdade de imprensa e expressão na Guiné-Bissau”.


A direção da Polícia Judiciária, uma vez feito o levantamento, Correia Baldé exorta que o processo seja célere trazendo ao público os verdadeiros atores a invasão do CFM.


Aos profissionais de Comunicação Social Indira afirma que o momento é de desafio porque o objectivo é de amedrontar a classe que a missão é de velar pelo interesse público
A rádio Capital FM é uma iniciativa lançada em Março de 2015 por um grupo de jornalistas guineenses, liderado por Lassana Cassamá igualmente correspondente da Voz de América em Bissau.


Além da rádio em Bissau, o Grupo Capital Media, conta ainda com uma outra rádio (Leste FM), no leste do país e um jornal on-line (CAPITAL NEWS)

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