Segunda vaga de vacinação: Alto Comissariado anuncia aderência “massiva” dos cidadãos.

DE: Martinho Mendes

O Alto Comissariado de luta contra covid-19 na Guiné-Bissau, anunciou esta segunda-feira 24.05.2021, a aderência dos cidadãos na vacina covid-19.

Plácido Cardoso fez este anúncio na habitual conferência de imprensa sobre a evolução da situação da pandemia causada pelo novo coronavírus na Guiné-Bissau, na qual apela mais aderência da população no processo da vacinação em relação da primeira campanha de vacinação.

A campanha de vacinação contra o coronavírus recomeçou ontem domingo na sector autónomo de Bissau, depois de ter sido iniciada no sábado nas regiões sanitárias de Bafafá e Biombo.

Segundo o boletim epidemiológico divulgado hoje, foram registadas na última semana de 17 a 23 de maio um óbito, 5 novos casos positivos e 44 recuperados, o que fez subir número de casos acumulados para 3,751.

Deste número 3,495 são dados como recuperados, 68 óbitos por covid-19, 6 óbitos com covid-19, 182 casos ativos e zero hospitalizado.

De acordo com Plácido Cardoso, durante semana foram analisadas 1.008 novas amostras das quais 5 resultaram positivas um óbito e 44 dados como recuperadas.

A Guiné-Bissau recebeu a 22 de março 12 mil doses de vacinas contra a covid-19, no âmbito de uma parceria publico-privado entre uma empresa de telecomunicações e a União Africano que foram todos utilizados.

A 14 de Abril, o país recebeu 28.800 doses das 120 mil previstas, de vacinação contra o novo coronavírus no âmbito de Covax, o que permitiu alargar a vacinação as regiões do país.

A Guiné-Bissau aprovou o uso das três vacinas, homologadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), contra a infeção provocada pelo novo coronavírus, nomeadamente a Pfizer/BioNTech, Astrazeneca/Oxford e AstraZeneca do Serum Institute da Índia.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.456.282 mortos no mundo, resultantes de mais de 166,2 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Autor: CAP-GB

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