PR Sissoco “de 2021-2030 vão ser anos de grandes desafios”

O Presidente da República da Guiné-Bissau, Sissoco Embaló assegurou esta quinta 31 de Dezembro de 2020, que o ano 2021 marca o início de uma década a década de 2021-2030, ” desafiante ” e que vai fazer da Guiné-Bissau muito diferente, no diz respeito ao desenvolvimento económico e de justiça social.

” Com o novo ciclo político já em curso, o ano de 2021 marca também o início de uma década, a década de 2021-2030 vão ser 10 anos de grandes desafios para a minha geração que chamo de “geração do concreto” esta geração vai deixar o legado de uma Guiné-Bissau muito diferente, de desenvolvimento económico e de justiça social” . Asseverou

Na sua mensagem a Nação de Ano Nova Sissoco Embaló Assegura que ganhou para mudar reformar e retirar a Guiné-Bissau no ponto-morto que se encontra” mas sempre com suporte nos preceitos constitucionais.

” Ganhei para mudar, reformar e retirar a Guiné-Bissau do ponto-morto em que se encontra encravado há décadas mudar e reformar, mas sempre com suporte nos preceitos constitucionais” Disse para de seguida assegurar
que ” sem qualquer exagero, que os meus dez primeiros meses de mandato, já forneceram bastantes provas de que a situação está a mudar e vai continuar a mudar para corresponder às legítimas aspirações dos guineenses. Disse

” É este o compromisso que assumi com o povo guineense um compromisso que venho renovar hoje, nesta mensagem de Novo Ano”.

De acordo com o chefe de Estado guineense, a nova geração dos guineenses precisava tanto de resgate e caminhar de cabeça erguida.

” A nova geração dos guineenses precisava tanto de resgate e caminhar de cabeça erguida, confiante, sem complexos de Inferioridade, sem medo e com suporte da autoestima nacional”

Na sua mensagem aos guineenses, Sissoco Embaló, defende que o Estado Guineense é a nossa ” unidade política ” tendo assegurado que ” não há Estado Pequeno”

” O Estado guineense é a nossa unidade política”. Disse para de seguida afirmar que (Estado piquinino ka tem) “não há Estado pequeno ” é a frase que tenho repetido mais vezes e que me serviu para resgatar o sentido de Estado e reafirmar a cultura da nossa soberania” disse
afirmando que o ano 2020 se fecha sem nenhuma missão militar estacionada na Guiné-Bissau e nem missão política de acompanhamento.

” Fechamos o ano de 2020 sem nenhuma Missão Militar estacionada no nosso território nacional e sem nenhuma Missão Política de acompanhamento tudo isso, acabou, de vez” Assegurou tendo sublinhado que é evidente que esses feitos têm devolvido ” dignidade às forças armadas guineenses”.

Reforma Política:

Na sua mensagem, Sissoco Embaló, considera que
o longo bloqueio político, que reduziu a Nona Legislatura originou uma situação de falência da nossa instituição parlamentar, afirmando que ” é uma lição para hoje e para o futuro a lição de que esse passado não poderá voltar a repetir-se “. Daí que considera de indispensável uma reforma na política do país.

Política externa:

Na sua mensagem, Sissoco Embaló, afirma que durante os 10 meses conseguiu restabelecer a autoconfiança do pais nas organizações onde é inserida.

” Voltamos a ter voz própria a falar e a sermos ouvidos e mais respeitados, isto já é um dado adquirido na Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e nas instituições regionais africanas”. Disse para de seguida afiançar que ” vai ser assim também nas outras organizações, de que a Guiné-Bissau é Estado-membro”.

Essa política externa,.de acordo com o Presidente da República, tem repercussão positiva no país dando exemplo obras de requalificação e melhoramento de algumas artérias de Capital Bissau.

” São significativas e os seus efeitos na circulação rodoviária, vão ser, certamente, muito positivos, para benefício de todos graças a um ambiente diplomático novo, de simpatia, de pragmatismo, de solidariedade que pela ação do seu Presidente da República, o país está a desenvolver no quadro da CEDEAO.

Crise Sanitária mundial causada pela Pandemia da Covid-19:

O impacto da pandemia do novo coronavirus que assolou o mundo e Guiné-Bissau em particular não escapou o olhar do chefe de Estado, assegurando que todas as famílias guineenses foram atingidas, com ” maior ou menor intensidade”.

” A Guiné-Bissau também não escapou aos graves efeitos da pandemia da COVID-19, o estado de saúde da nossa população, no desempenho escolar das nossas crianças e jovens, na atividade económica, etc todas as famílias guineenses foram atingidas, com maior ou menor intensidade. Disse

” Sendo a Guiné-Bissau um país pobre e, decorrente disso, com um sistema de saúde pública, longe de ser completamente resiliente ao choque da pandemia, o Estado não poupou esforços, desde o início, para debelar e controlar a anunciada crise sanitária criando por decreto Presidencial, a Alta Autoridade de Luta contra a COVID-19, que permitiu agilizar, no plano funcional, quer o acompanhamento quer a resposta aos riscos e às ameaças derivadas da evolução da pandemia”

Finalmente, o chefe de Estado agradece o esforço de todos os médicos e demais envolvidos em particular, a presença no terreno, de uma Missão Médica Cubana que esteve no país para ajudar na prevenção e no combate ao vírus.

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