PR elege 2022 como ano das grandes obras

Por: Martinho Mendes

A margem da visita de tres dias efetuada a republica da frança, que teve inicio no dia 14/10, Umaro Sissoco Embalo regressou ao pais na tarde de Domingo 19/10 e prestou declaraçoes aos jornaliostas.

“Chegado altura de colocarmos uma pausa nas nossas viagens e ceder espaço ao governo na execuçao e consolidação do adquirido pela diplomacia e magistratura de influência do chefe de estado”, dizia aos jornalistas.

Chefe de estado ainda exortou povo guineense para acompanhar as autoridades nesta nova dinamica, e reconhecido papel da influência guineense junto aos paises da sub-região, com os parceiros bilateral e multilateral da Guiné-Bissau.

encontramos um pais no chão que muito trabalhamos para reerguer, processo esse que está em bom caminho, é preciso a mobilização de todos guineenses em torno deste novo desafio, apelou chefe de estado.

Embaló agenda uma visita da estado interna, com proposito de visitar e inteirar das situações dos cidadãos guineenses no interior do país.

vou brevemente reunir com toda equipa governativa e efetuar digressão as regiões, setores e diferentes secções que compões Guiné-Bissau, cada responsavel saberá como intervir e quando entrar em ação, garante Umaro Sissoco prosseguindo que é chegado a hora do executivo entrar em ação.

Instado a pronunciar sobre em como o pode beneficiar da visita aquele pais europeu, chefe de estado explicou sobre a existencia da estrutura francesa denominada AFD Agencia Francesa de Desenvolvimento, e que com este ultmo já está em curso, conjunto de apoio, a começar pelo setor da agricultura, envio de tratatores para o setor,  de seguida outras areas como saúde educação e segurança terminando por destacar o papel importante do embaixador frances.

Chefe de estado foi recebido no champs-élysées paris pelo seu homologo francês numa declaração curta a imprensa Sissoco Embaló defendeu uma maior aproximação entre os dois países e povos e lamentou o silêncio de muitos anos nessa relação, reconheceu o papel e a presença da frança que foi interrompido com a guerra de 1998.

França vai acompanhar e apoiar a Guiné-Bissau na solidificaçao do adquirido pelo país em termos de estabilizaçao, e o reencontro do caminho da país defendeu o presidente Frances.

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