PR considera de “brincadeira” a apresentação da Constituição da República da Guiné-Bissau anotada na ANP.

O Presidente da República da Guiné-Bissau Umaro Sissoco Embaló, considerou esta terça-feira 11 de Agosto de 2020, de brincadeira a apresentação na Assembleia Nacional Popular da Constituição da República Guineense anotada. Uma iniciativa da Liga Guineense dos Direitos Humanos em parceria com outras organizações não governamentais do país.

Desvalorizações do chefe de Estado feitos no palácio da República a margem da recepção dos donativos da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e da União Económica Monetária Oeste Africana (UEMOA) para ajudar na prevenção e combate ao Covid-19.   

“Alguém viu aquela comissão no palácio da República ” questiona Acrescentando ” podem a apresentar na Assembleia Nacional Popular, mas, na Presidência da República, só se trata dos assuntos sérios e não de brincadeira “. Disse

Presidente da ANP, Cipriano Cassamá na apresentação da CR-A

A Liga Guineense dos Direitos Humanos em parceria com a Faculdade de Direitos de Bissau, ONG TINIGUENA e as Nações Unidas apresentaram no passado dia 05 de Agosto do ano em curso aos Deputados da Nação a primeira versão da Constituição anotada da República da Guiné-Bissau.

O referido documento, segundo os seus mentores, é um exercício da sociedade civil Guineense em parceria com os organismos internacionais sedeados no país e visa contribuir para assegurar e clarificar as barreiras de funcionamento dos órgãos do poder político e alcançar efectividade das normas consagradas dos direitos fundamentais.

Instado a pronunciar sobres a reunião ontem (10-08) do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre à situação da Guiné-Bissau, Embaló considera-a de normal, uma vez que segundo ele, o país é membro de pleno direito das Nações Unidas ou seja, um Estado soberano com todos os órgãos em pleno funcionamento.

 Aos jornalistas Sissoco Embaló afiança que o país está a voltar no que considerou de ” Conserto de Nações ” por isso apela aos guineenses a se “unirem e aceitar as regras democráticas “

De acordo com o chefe de Estado o mais importante é o que os guineenses podem fazer para o desenvolvimento do país “.

” O mais importante é o que os guineenses podem fazer para o desenvolvimento do país. O guineense deve compreender que não é falar mal de o país, ou seja, pensar que a solução é tentar banalizar o Estado. Tem gente que fala da existência da droga na Guiné-Bissau, esquecendo que tem países com barco de droga encostado nos seus portos, mas ninguém fala disso “. Lamenta

De acordo com o chefe de Estado existe no país indivíduos que estão envolvidos no que considera de ” burla qualificada ” falsificando documentos. Tendo afirmado que está convicto que a ” Guiné-Bissau é um país viável ” e, mesmo ” com 5 guineenses o país será desenvolvido. “

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