PGR: Depois de 13 anos o povo deve saber do desaparecimento de 674kg de drogas.

O Procurador-geral da República da Guiné-Bissau defendeu esta sexta-feira 30 de Outubro de 2020 que volvidos treze anos o povo guineense tem mais motivos para exigir o julgamento do processo de desaparecimento de 674kg de drogas que levou o país a ser rebatizado com nome de Narco Estado.

” O povo guineense tem mais motivos para recorrer as instâncias judiciais regionais para exigir o julgamento, depois de 13 anos decorridos, do processo número 24/ 2007 sobre o desaparecimento de 674kg de drogas que levou o país a ser rebatizado com nome de Narco Estado”. Sublinha

Fernando Gomes fez estas afirmações na conferência de imprensa realizada hoje, em Bissau, para falar do que considera de uma suposta queixa contra um dos magistrados do Ministério Público guineense acusado de falsificação de sete crimes, nomeadamente, falsificação, prevaricação, sequestro, da denúncia caluniosa, da usurpação de funções e da restrição ilícita de direitos e garantias contra o ex primeiro-ministro Aristides Gomes.

Fernando Gomes garantiu que o custe o que custar o Ministério Público guineense vai fazer o seu trabalho mesmo que as pessoas continuem dizer que é perseguição política.

” Custe o que custar, vamos fazer este trabalho. As pessoas que continuem dizer que é perseguição política, nos não vamos parar porque percebemos esta tática” para de seguida garantir que ” a segurança, vida e integridade física do cidadão Aristides Gomes não esta ameaçada mas uma coisa é certa, ele tem que responder pelos crimes que está sendo acusado” Disse

Em reação as denúncias Fernando Gomes considera que os denunciantes embora juristas, desconhecem da forma da organização interna do Ministério Publico uma vez que o MP é uma magistratura caracterizada pela unidade e indivisibilidade o que segundo ele significa que os seus agentes podem se substituir e serem coadjuvados, pelos que segundo ele os atos praticados no exercício da sua substituição e da coadjuvação não soa atos de falsificação.
Aos jornalistas, Fernando Gomes considera de enorme aberração as denúncias feitas pelo coletivo dos advogados do Aristides Gomes em como este foi sequestrado.

” Em relação ao sequestro, mais uma vez o equívoco é enorme aberração, pois foi o suspeito quem voluntariamente se auto-confinou nas instalações daquela agência das Nações Unidas, pelo que, não está a ser privado de exteriormente de nenhum direito ambulatória, na medida em que a obrigação de permanência visa tão só controlar a sua liberdade ambulatória de modo a que os autos não lhe perdem o rasto”. Disse

Fernando Gomes disse que ainda não receberam nenhuma queixa contra algum magistrado, considerando de panfleto o que foi entregue no Cartório e registado no Gabinete de Luta contra corrupção referindo o nome de um suposto cidadão de nome Jocelino Pereira. Tendo afirmado que no Ministério Público da Guiné-Bissau existe só um Magistrado que qualifica de brilhante, competente, trabalhador, íntegro e sério, cujo nome é Juscelino Degol Pereira.

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