PAIGC: respeita e aceita o Acórdão do Supremo (Odete C. Semedo)

A segunda vice-presidente do partido Africano para Independência da Guiné e Cabo Verde PAIGC, Maria Odete Costa Semedo garantiu esta terça-feira 09 de Setembro de 2020 que o partido respeita e aceita o acórdão do Supremo Tribunal de Justiça que considera de improcedente emitido pela candidatura de Domingos Simões Pereira.

” O PAIGC sempre disse que é um partido que pauta pela legalidade e sempre dissemos através do nosso presidente que no dia em que o Tribunal de justiça nas vestes do tribunal Constitucional dê-se o seu veredicto final o partido seria o primeiro a respeitar mesmo que não concorde e que entende que houve vícios ao longo desse caminho nós iremos aceitar esse veredicto.”

Maria C Semedo

Maria Costa Semedo falava no palácio da República depois da audiência com o Chefe de Estado Umaro Sissoco Embaló. Na ocasião a segunda Vice-presidente do PAIGC lamentou a ” morosidade ” do Supremo Tribunal de Justiça em fazer conhecer o resultado final do processo, afirmando que o mesmo ” penalizou o povo guineense. “

” Aquilo que nos disse no acórdão se sabiam que era assim porque é que demoraram muito tempo porque é que não tomaram essa posição desde a primeira hora em que o partido entrepôs no STJ questiona. Para depois acrescentar que ” foram muitas penalizações para o povo guineense dando 750 graus três vezes e muitas voltas e depois chegar a um acórdão que diz que não valeria em nada perder esse tempo.” Lamenta

Questionada se o PAIGC reitera ainda o estatuto do vencedor das eleições e direito a governação Odete Costa Semedo disse que o partido insiste, mas também reconhece que isso não depende só do partido.
” Reiteramos, mas também, reconhecemos que não está nas mãos do PAIGC decidir, vamos discutir como costumamos fazer, ou seja, o Presidente da República deixar nas mãos dos partidos esse diálogo e posterior decisão, pelo menos, isso foi a base da nossa conversa com o chefe de Estado.”
Domingos Simões Pereira, candidato dado como derrotado na segunda volta das eleições presidenciais da Guiné-Bissau pela Comissão Nacional de Eleições (CNE), apresentou um recurso de contencioso eleitoral contra as decisões tomadas pela CNE por alegadas irregularidades cometidas. No recurso, o candidato apoiado pelo Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) pedia a recontagem dos votos em todas as assembleias de voto ou a nulidade de todo o processo eleitoral.

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