” Na Guiné-Bissau, a taxa de degradação florestal situa-se em cerca de 80 mil hectares por ano “

O Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, revelou esta quarta-feira que a Guiné-Bissau, perde por ano, cerca de 60 a 80 mil hectares, provocados fundamentalmente pela dismatacao, corte clandestina de árvores, queimadas incontroladas. Tendo como consequenciais perdas das reservas florestais e faunísticas, redução da biodiversidade diminuição da chuva e consequente aumento da temperatura.
Na sua comunicação alusiva ao dia Mundial de Combate a Desertificação e a Seca, que se celebra esta terça-feira 17 de Junho de 2020, Abel Gomes da Silva, afirmou que a Guiné-Bissau é um dos países onde a problemática degradação da terra (desertificação e a seca) vem sendo sentida cada vez mais e de uma forma ” muito relevante”, nomeadamente nas regiões de leste e norte do país, ou seja, os rios Geba, Curubali, Cacheu, Mansoa e Farim.
Contudo, o titular da pasta da Agricultura e Desenvolvimento Rural, anuncia que a Guiné-Bissau é um país com “imensas potencialidades agrícolas e florestais”, uma vez que de acordo com o governante, “agricultura constitui a base da sua economia” com potencialidades em terras aradas estimadas em cerca de 1410 hectares, dentre os quais, quase 1104 são do planalto, 200 de vale de água doce “BAFOM,” 106 água salgada “MANFGROF” e mais 100 milhões de metros cúbicos de madeiras industriais.
Dessas potencialidades segundo da Silva, apenas 27 por cento de terras estão sendo aproveitados nos planaltos, 14 porcento nos pequenos vales, 48 nos mangrofes o que proporciona uma produção média anual de cerca arroz de 100 toneladas, o que segundo da Silva, acarreta aos Estado Guineense um défice alimentar na ordem de 165 mil toneladas de arroz cada ano, tendo em ao crescimento da população. Como consequência, segundo o Governante o recurso a importação a detrimento de produção nacional tem de ser privilegiado o que segundo o Ministro, constitui um ” perigo para a economia nacional ”
Para Abel da Silva, o dia 17 de Junho, é uma oportunidade para recordar a cada um que a desertificação e a seca, podem ser combatidas ” eficazmente ” através de reforço de participação e de envolvimento das populações rurais, associação de base ONGs e uma cooperação a todos os níveis sobre o papel vital das florestas no processo de manter a fertilidade do solo. Alertando que sem florestas e com as zonas costeiras áridas e secas, corre-se o risco para ” catástrofes naturais de origem climática”.
” Sem florestas e com as zonas costeiras áridas e secas, o país corre o risco para ” catástrofes naturais de origem climática” finalizou
Saliente-se que o dia Mundial de Combate a Desertificação e a Seca, foi instituída pelas Nações Unidas, no ano

Dia Mundial do Combate à Seca e à Desertificação é celebrado anualmente no dia 17 de junho, desde 1995, o ano em que o dia foi proclamado pelas Nações Unidas. Neste dia pretende-se promover a sensibilização pública relativas à cooperação internacional no combate à desertificação e os seus efeitos.

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