Líder de PUN considera que há violência oculta que age contra os cidadãos

O Presidente do Partido da Unidade Nacional (PUN), afirmou esta quinta-feira 25 de Março de 2021 que na Guiné-Bissau há uma violência oculta que age contra os cidadãos.

” Há sinais de subida da tensão política na Guiné-Bissau. Há contornos preocupantes do debate político e se não tomarmos em conta corremos risco de criar caus na Guiné-Bissau”. Adverte

Idrissa Djaló falava numa conferência de imprensa realizada hoje na sede nacional do partido em Bissau, para apresentar a opinião pública nacional e internacional sobre a visão do partido face aos últimos acontecimentos políticos e segurança económica do país.

Para Idrissa Djaló é chegada o momento das autoridades religiosas do país se engajarem no processo de por fim a ciclo de rapto e espancamento que nos últimos tempos tem se verificado no país.

” Lanço solenemente um apelo as autoridades religiosas do país que se envolvam para por fim a ciclo de raptos e espancamentos e criar bases para o processo de reconciliação e estabilização antes que o país se descarele ” disse

” Há índice de separação dos guineenses em base de religião e etnia ” disse para de seguida acrescentar que ” a Guiné-Bissau não vai desenvolver na base de divisionismo” garantiu

Fazendo menção as ondas de violência que nos últimos tempos têm verificado no país, factos que segundo ele tem causado quebra de confiança entre os cidadãos e as forças de segurança, o líder do PUN sugere que seja criada através do governo uma provedoria de cidadão liderado pela Assambleia Nacional Popular, que terá representantes da Liga Guineense dos Direitos Humanos, Ministério da Defesa e do Ministério Público.

Em relação a comercialização da castanha de caju, Djaló, afirma que os sucessivos governos nunca se dignaram em melhorar a vida dos agricultores nacionais.

” A título do exemplo, a massa salarial do país dos funcionários públicos que não representa nem 2 por cento do país ronda em 5 biliões mensal. Enquanto que os agricultores que representa 60 por cento da população guineense o estado os subvenciona com 500 milhões por ano “. finaliza

Autor: CAP-GB

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