LGDH exige Governo para acabar com que considera de ‘catástrofe nacional no setor de saúde’

Por: Martinho Mendes

As exigencas da liga guineense dos direitos humanos (LGDH) consta numa nota com a data de 20 de setembro 2021, para reagir da paralisação total dos serviços de saúde na sequência da greve decretada pelas organizações sindicais do mesmo sector.

Na nota pública na sua página oficial no Facebook consultada pela Cap-gb, a organização que defende os direitos humanos informa que todos os serviços de hospitais e centros de saúde encontram-se paralisados sem cuidados mínimos aos pacientes.

“ Assiste-se a uma debandada autentica nas unidades hospitalares, em especial no Hospital Nacional Simão Mendes, dada a gravidade da situação, os familiares estão a retirar dos hospitais e centros de saúde os pacientes, incluindo os que se encontram nos serviços de cuidados intensivos” lê-se na nota.

Segundo a liga a situação traumatizante pode provocar dezenas de mortes e centenas de casos de abandono nos serviços de saúde e afirma que, é imperativo que sejam adotadas medidas urgentes para pôr cobro a este cenário de “irresponsabilidade e de insensibilidade” face à vida humana em plena pandemia.

A LGDH condena a inércia do Ministério da Saúde e responsabiliza o Governo pelas eventuais mortes evitáveis que poderão ocorrer em consequência deste catástrofe nacional no Serviço Nacional de Saúde.

Igualmente, exige do governo a assunção integral das suas responsabilidades encetando contactos imediatamente com os sindicatos para travar o mais rapido possível a greve.

Por fim, a organização exige ao Sindicato do Sector de Saúde à observação de serviços mínimos impostos pela lei para a salvaguarda de vidas humanas.

Os sindicatos do sector de saúde iniciaram o boicote de todos os serviços dos hospitais da Guiné-Bissau por um período indeterminado.

Autor: CAP-GB

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