Lei de Paridade: PPM encoraja participação ativa das Mulheres na Política

Bissau, 27/12/2022

Por: Ussumane Baldé

Plataforma Política das Mulheres da Guiné-Bissau (PPM) incentiva a camada feminina Guineenses a fazerem política ativa não em anonimato ou de simples militância.

Silvina da Silva Tavares, Presidente da plataforma, afirmou que só com estratégias fortes que as mulheres poderão enquadrar nos órgãos políticos e preencher lugares das candidaturas para a cabeça de lista, todavia, reconhece a tarefa difícil de ver aplicada a lei de paridade aprovada na Assembleia Nacional Popular.

“Uma das missões da nossa plataforma é incentivar os líderes dos partidos políticos permitirem maior representatividade das mulheres na esfera de tomada de decisão, por isso apelámo-las também a participarem ativamente na política, não de anonimato ou simples militante do partido”

Tavares Ainda pronunciou que a sua organização vai junto ao Supremo Tribunal de Justiça dar lembrete sobre possíveis nomes que os partidos vão enviar para cabeças de lista enquanto está aprovado na ANP a lei de paridade de 36% de representatividade de homens e mulheres no parlamento, uma vez que as “mulheres também podem fazer algo para o bem do país” .

De ressaltar que Plataforma Política das mulheres da Guiné-Bissau reuniu hoje na sua sede nacional em bairro Ajuda, com as mulheres do Partido da Renovação sociSal (PRS), para averiguarem de perto as dificuldades que deparam no seio do partido e para busca de solução antes da realização das legislativas marcadas para 04 de Junho de 2023.

Relembrando que a referida plataforma tinha reunido com as mulheres de outros partidos como, PCD, PAIGC, PTG e de seguida com todas outras formações políticas do país.

Vale recordar que o Parlamento da Guineense aprovou no dia 02 de Agosto de 2018 por unanimidade pelos 81 deputados presentes na sessão, lei para garantir representação política equilibrada entre homens e mulheres.

Entretanto o país agora faz parte do grupo de mais de 80 países que adotaram medidas corretivas e temporárias para fazer avançar a participação das mulheres na política e nas esferas de decisão do país e apesar de tudo, nas últimas legislativas realizadas em 2019 o parlamento guineense registou 14% das mulheres.

Autor: CAP-GB

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