LANÇADA EM BISSAU, ” MOVIMENTO POPULAR DE JUVENTUDE AFRICANA.”

Foi lançada oficialmente este domingo 04 de Setembro de o ” Movimento Popular de Juventude Africana. Uma iniciativa de jovens de diferentes bairros de Bissau e visa criar um fórum próprio de debate de ideias e opiniões com vista a encontrar ações concretas para resolver os problemas que afeta os jovens guineenses.

A cerimónia de lançamento que teve lugar numa das unidades hoteleiras de Bissau contou com presença de diferentes entidades e de mais jovens de diferentes bairros de Bissau.

No seu discurso o presidente interino do Movimento Popular de Juventude Africana Filigêncio Malam Sambú destacou que o objectivo principal da criação do movimento é a promoção de mudança da mentalidade juvenil instruindo-lhes a participarem activamente no processo de desenvolvimento sócio económico, politico, cultural, científico e tecnológico enfrentando os desafios quotidianos.

De acordo com Filigêncio Sambú a sociedade juvenil guineense está a ” desorientada ” devido a factores ligados a falta de emprego, o que segundo ele, tem contribuído negativamente na promoção de ” delinquência, assalto a mão armada, prostituição e migração clandestina.”

Aos jornalistas Filigêncio Sambú disse que o movimento conta atualmente com 33 antenas em mais de 30 bairros de Bissau e no dia 10 do Outubro corrente, o movimento irá proceder uma ação de formação dos formadores na matéria de associativismo, voluntariado prevenção de covid-19 e delinquência juvenil.

Presente no ato, a vice-presidente da Rede Nacional das Associações Juvenis RENAJ Adama Baldé diz acreditar que o movimento ora lançado irá corresponder com as demandas ligadas aos assuntos de juventude guineense. Tendo garantido total disponibilidade da RENAJ em trabalhar com o movimento.

Para a Adama Baldé, a Guiné-Bissau como um país cuja população juvenil se estima em cerca de 64 porcento, quanto mais houver estruturas juvenis, mais será a probabilidade de fazer advogasse junto das estruturas estatais condicionando as suas agendas políticas e governativas em relação a problemática dos jovens guineenses.

Finalmente, para o Presidente de Fórum Nacional de Inserção para Formação Extra-escolar e Profissional (FONAIFEP), Ussumane Sadjó o momento é ” crucial ” para os jovens guineenses, uma vez que, a África precisa de uma ação proativa por excelência apelando os governantes a trabalharem com os jovens e não para os jovens. 

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