“justiça tradicional são modos mais alternativos de resolução de conflitos por isso deve merecer atenção” Teresa Alexandrina da Silva

Por: Ussumane Baldé

O governo através do ministério da justiça e direitos humanos promove está terça-feira,26-04-2022, ateliê de validação do projeto lei de mediação e justiça tradicional, durante dois dias com a intenção de melhorar o acesso a justiça e de protagonizar a inclusão de todos os atores nacionais.

Falando no ato de abertura, a ministra da justiça e dos direitos humanos, reconhece que, apesar de grandes esforços o estado guinnense não tem conseguido ainda cumprir com a sua missão de elevar o acesso a justiça formal e segurança pública em toda a extensão do território nacional,com particular foco nas zonas rurais,onde se assiste ainda, sistemáticas violações de direitos da mulher e criança.

“Apesar de grande trabalho feito por estado guinnense, ainda falta muito cumprir a missão de elevar a justiça a todos”.

Teresa Alexandrina da Silva, recordou que por razões históricas e culturais, grande parte da população usa quotidianamente modos alternativos de resolução de conflitos, de onde a maioria de descordias são resolvidos por instituições locais incluindo a família, o chefe de distrito, o chefe da aldeia ou chefe tribal, especialmente nas áreas onde os sistemas tradicionais de direitos e práticas consuetudinárias (Direito não escrito) persistem.

“A justiça tradicional são modos mais alternativos de resolução de conflitos por isso deve merecer atenção”.

Ainda, salientou que a consensualização da temática em torno da justiça formal pode favorecer a melhoria da capacidade de resposta aos conflitos,garantia dos direitos humanos da equidade para todos os cidadãos,afirma Teresa Alexandrina da Silva e ato contou com a presença do representante do programa das nações unidas para desenvolvimento-PNUD, Oumar Diallo e embaixador de boa vontade no país, Zé Braima Baldé.

Autor: CAP-GB

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