JOSEMAR: Marinheiros exigem pagamento dos salários em atraso

Os tripulantes guinnenses, angolanos, caboverdianos e Cubanos exigem pagamento integral das dividas salariais, num valor de 146.891.484,26 CFA, no qual os marinheiros Guinnense detêm o valor de 28.932.164,5 CFA, os Angolanos 33.308.310 CFA, os Cubanos 33.453.807 cfa e caboverdianos 42.632.944,32 CFA.

Falando na manhã desta quinta-feira,24-03-2022, numa conferência de imprensa realizada junto ao monumento “mão de timba”, o representante dos marinheiros nacionais, Marcelino Có, disse que a promessa do patronato em pagar o salário dos marinheiros não foi cumprida e sublinhou que as dívidas continuam a se acumularem, uma vez que os contratos estam ainda em vigor, “exigimos a liquidação de todas as dívidas em atraso que ainda cada vez está acumulando”.

Marcelino, ainda apelou a ITM OIM a accionarem mecanismo que visam a fiscalizar todos os países membros no cumprimento das leis marítimas, uma vez que os operadores marítimos passam muito sacrifícios e sofrimentos e perdem valor dos seus trabalhos que ficam aos benefícios dos armadores e os seus representantes no país, “os marinheiros passam mal precisamos de apoio do OIT, IMO”.

O representante dos marinheiros angolanos, Domingos de Sá Miranda, descontente com a atitude da agência JOSEMAR, que promete liquidar os salários apartir de Angola contrariando o desejo dos marinheiros angolanos que por sua vez querem que o pagamento seja feito em Bissau, “se estamos em Bissau porque não nos podem pagar ali, estamos contra está decisão”,

De recordar que os marinheiros estrangeiros referidos, encontram-se no país desde o mês de junho do ano passado com dívidas acumuladas pelo armador do navio Cuteta com IMO 8605935, representado em Bissau pela agência JOSEMAR lda.

Autor: CAP-GB

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