Inussa Baldé: “nao existe acordo para exploração do petróleo na zona comum, mas sim o acordo de cooperação e gestão da zona geológica”

Por: Epifania Correia Gomes

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O secretário da Agência de cooperação e gestão na zona comum  não confirmou ou refutar as informações do primeiro Ministro sobre a existência de um acordo de exploração do petróleo assinado pelo presidente da República desde Outubro de 2020 entre a Guiné-Bissau e Senegal.

Nuno Gomes Na Biam tinha anunciado a quando foi interpelado pelos deputados da nação na semana confirmou, a existência de um acordo que foi negociado pelo Umaro Sissoco Embalo sem o envolvimento do governo.
 
Segundo Na Biam o acordo foi-lhe entregue pela ministra de Estado dos negócios estrangeiros em vinte e seis de Outubro de 2020 num envelope com caráter confidencial.
 
Perante as trocas de mimos entre órgãos da soberania guineense, desta vez foi, a vez da Agência da cooperação e gestão de zona conjunta, entrar na cena esta terça-feira 14.12.2020, através conferência de imprensa num dos hotéis da capital, com objetivo de esclarecer a opinião pública sobre o referido acordo.
 
Falando a imprensa, o secretário geral da agência da cooperação e gestão, Inussa Baldé, remete a responsabilidade ao primeiro Ministro Nuno Gomes Na Biam, tendo afirmado que neste momento há um processo de atualização do acordo de cooperação e gestão existente entre Guiné-Bissau e Senegal, segundo ele o acordo tem que ser ratificado e no entanto nega a existência do petróleo nesta zona.
 
 “realmente existe um processo de atualização de acordo de cooperação e gestão da zona marítima entre a Guiné-Bissau e Senegal, em caso da descoberta do petróleo as partes vão sentar-se a mesa para discutir a chave da partilha” disse.
 
Inussa Balde realçou que graças a boa relação existente entre Umaro Sissoco Embalo e Macky Sall, fez com que o valor subiu de 15% para 30%, garantido ainda que o mesmo valor pode subir até 50% condicionalmente em função do local onde for descoberta o petróleo.
 
 
Questionado pela imprensa, se o eventual acordo é do conhecimento da ANP, Inussa Baldé disse que o presidente da República enquanto primeiro magistrado da nação, iria no momento exato e adequado colocar a questão a assembleia nacional popular sobre o assunto, salientando desconhecer o acordo do petróleo da zona comum, mas sim o acordo de cooperação e gestão na zona geológica.
 
 

Autor: CAP-GB

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