Inovação e negocios: Guiné-Bissau em frente do Senegal,Angola,Cabo-Verde no maior concurso continental de empreendedorismo

Redação

A fundação Tony Elumelu (TEF) do milionário Nigeriano dono do grupo Bancário UBA, anunciou desbloqueio de 25 milhões de dólares para financiamento dos startups PME na africa, e dentre os cinco mil (5000) empresas beneficiarias 36 dessas empresas pertencem aos empreendedores nacionais.

E no total 5000 ideias e negócios, beneficiário do financiamento num valor global de 5000$ não reembolsável, equivalente entre 2.500 000 a 3000 000 francos cfa mediante a taxa de cambio em dólar, dentre os cinco mil beneficiários 68% é ideia ou empresa de uma mulher, sendo na Guiné-Bissau 79% dos 36 laureados são mulheres.

Para a empreendedora guineense Nadylet Nahutarane Saraiva CEO da empresa USECOROA, enaltece pertinência e qualidade dos treinamentos de três meses na arte empresarial e gestão de negócios.


“para mim os treinamentos foram uma mais valia, um grande aprendizado que com certeza levarei por toda vida e por toda minha carreira não só como empreendedora(…)”, informou.

A empreendedora Saraiva testemunhou ainda que capital semente ofertado vai impulsionar mais, a sua iniciativa, dando uma outra energia, “O capital doado sem sombra de duvidas será um impulso motivador que eu precisava para seguir frente(…)”,frisou.

“Eu me sinto muito feliz por estar entre os 5000 mil africanos a beneficiar do fundo num universo de 400 mil escritos e muito grata com a tef pela oportunidade que me deram de realizar o meu sonho e de puder ajudar os outros”, disse Maoulouda Jaquité.

A Guiné-Bissau conta atualmente, adicionados estes 36, para a sexta edição, com 96 Alumnis beneficiários, e que no quadro deste processo nasceu CIDE uma incubadora e aceleradora de empresas, fundado pelos antigos beneficiários e hoje mentores da mesma fundação.

Em 2019 a CIDE conseguiu junto ao governo liderado pelo Aristides Gomes, através do secretariado da juventude, acompanhar e apoiar no processo da legalização das 59 empresas benéficiarias, junto da CFE(centro de formalização das empresas). A incubadora esta para este ano em negociação com atuais autoridades para a legalização das 36 startups vencedoras, um processo que ainda esta sendo difícil, apesar de seguir os canais, tomada de conhecimento do governo de acordo com o João Banjaqui secretario executivo da CIDE (centro de incubadora e desenvolvimento empresarial.

“processo esta lento, de acordo com o timing estabelecido pela fundação, que e de enviar os documentos da legalização das empresas ate final do mês de novembro, sob pena de os beneficiários perderem os 5000$ apos a data, mas acreditamos na vontade e sinergia do governo no processo”, afirmou João da Incubadora CIDE.

Dos 59 beneficiarios em 2019, estao sob acompanhamento da CIDE 28 empresas, informou responsavel de seguimento dos incubados Braima Nhamadjo que fez saber que os incubados apesar de dificuldades estão avançando e empregando jovens.

“Das empresas que acompanhamos registamos um bom desempenho incluindo criação de empregos, e essas empresas estão ativamente trabalhando para amelhorar vida da população, além disso, outras delas envolvidas no combate a COVID-19,” frisou Nhamadjo.

De salientar que os beneficiários entre os 400 000 inscritos ainda contarão com uma rede avançada de contatos e de COACHs ao longo dos anos, acompanhamento dos antigos beneficiários, e a incubadora local CIDE.

“É um sentimento extremamente formidável, e uma experiencia única de estar entre os 36 guineenses e dentro dos 5000 na africa”, disse Mamin Cadija Leila Baldé da empresa Logservices, para de seguida acrescentar que a satisfação e enorme “Estar entre 36 na Guiné-Bissau foi merecido pois trabalhamos com muita perseverança. Só temos que fazer valer a pena e trabalhar duro, duro para chegar lá”, concluiu.

Na outra voz Nadylet garante que, só trabalho compensa “Somos capazes quando dedicamos, nunca é impossível realizar os sonhos, e aproveito pedir as mulheres que redobremos as nossas forcas e busquemos a excelência”, convidou suas pares.

Uma outra empreendedora benéficiaria Romana destaca quantidade dos projetos guineenses a passarem no concurso cujo os júris determinaram a qualidade, deixando o pais com numero maior que países como Senegal, Costa do Marfim, nos PALOPs Cabo-Verde Angola entre outros candidatos.

“ficou claro que a juventude guineense esta dotada de criatividade enorme, o que falta é o apoio das entidades e a criação de um quadro governativa estável que permita um ambiente de negocio saudável”, disse acrescentando que o estado guineense deve começar a isentar esses empreendedores novos, com o custo da formalização, que e a mais elevada na sub-região 369 000 FCFA, “ esse valor deduzido dos nossos fundos de arranque não sobra nada”.

O Tony Elumelu um filantropo, com um grande rede de bancos a operar um pouco em todo lado do mundo, já visitou Senegal e cabo-Verde onde estabeleceu o banco UBA nesses países visitados exceto Cabo-Verde, onde conta abrir em breve, mediante uma requisição governamental, a Fundação já financiou mais de 15 800 empresas e gerado mais de 400 000 empregos diretos e indiretos. De notar que poucos jovens guineenses se interessam a essa oportunidade, que no entanto e 100% transparente e eficaz.

Autor: CAP-GB

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