HIV-SIDA: Estigma e descriminação continua criar barreiras para prevenção e tratamento da doença

Por: Epifania Correia Gomes

O programa fronteiras e vulnerabilidade ao VIH na África Ocidental (FIVE), foi concebido como um projeto regional, inicialmente em torno de quatro países, Senegal, Cabo-verde, Guiné-Bissau e Guiné, formando um território coerente na resposta ao VIH e começou a implementar as suas atividades em dois mil e oito, que tem como grupos alvo, usuários de drogas, prisioneiros, população transfronteiriças pessoas com deficiência.

FEVE é um projeto integrado, para além do tema central do VIH/SIDA, o projeto aborda questões de saúde relacionadas, tais como saúde sexual e reprodutiva, tuberculose uso de drogas, que como o objetivo contribuir para o controlo da epidemia do VIH é para realização dos ODS, e permitir o acesso ao rastreio, reduzir a vulnerabilidade ao VIH das populações mais expostas e melhorar o acesso aos cuidados assim como um atendimento de qualidade.

Na abertura do Ateliê de lançamento do projeto, o responsável de prevenção e combate é intervenção da OMS na Guiné-Bissau (PCI), Adelino Gomes disse que recentemente a sua organização procedeu a entrega de duzentos e cinquenta auto testes ao secretário nacional de luta contra SIDA para o rastreio de VIH, como forma de permitir que as pessoas conheçam os seus estados serológicos.

Para o diretor nacional de Enda Sante, Mamadu Aliu Djalo, assegura  que a Guiné-Bissau apresenta uma epidemia do tipo misto, com prevalência generalizada, mas sobretudo concentrada em alguns grupos da população,  para ele constitui um enorme desafio na resposta ao VIH, agravando com a situação da insuficiência de recursos para cobrir a planificação prevista no plano estratégico nacional.
 
“ Precisamos melhorar a questão ligada às estigmas, a discriminação que é um dos fatores que constitui barreiras no acesso ao tratamento e prevenção dessa epidemia que nos rodeia” disse.

Esperar que as inovações que serão inseridos nessa fase de impulsão é de inovação,  que  os resultados poderão dar um impulso em termo da resposta nacional ao VIH/SIDA, com o horizonte a dois mil e trinta para eliminação da doença que é um compromisso internacional.

Por sua vez a secretária executiva de secretariado nacional de luta contra SIDA na Guiné-Bissau, Fatumata Djalo, disse que os testes oferecidos pela OMS fará grande diferença, ou permitirá que as pessoas conhecem os seus estados serológicos, segundo ela a sua organização tem todo interesses em seguir e conseguir meios para acompanhar as pessoas seropositivos, que o projeto lançado preencherá muitas lacunas no que tem haver com  problema de prevenção e tratamento de HIV/SIDA na Guiné-Bissau.
 
 
 
 

Autor: CAP-GB

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