Guineenses preocupados com o aumento galopante dos produtos da primeira necessidade

POR: Déllcyo Sanca

Novos impostos aplicados pelo governo de Nuno Gomes na Biam, motivos de indignição e críticas no seio da população guineense.

Aumentam as constestações   em torno dos novos impostos no país, devido aos aumentos avultuoso dos produtos da primeira necessidade.

Os impactos foram relatadas hoje, pelos citadinos de Bissau e Associação dos Consumidores, bens e serviços “ACOBESS”.

Bambo Sanha

Auscultado esta manhã, secretario-geral de “ACOBESS” Bambo Sanha mostrou-se preocupado com a situação, afirmando que, o Governo perdeu o controle da situação.

O responsavel advertiu que, o país vive numa especulação devido ao aumento das taxas alfandegarias.

Entretanto, a nossa reportagem deslocou esta manhã aos mercados da capital para constatar “in loco” da situação, onde algumas mulheres citadinas, manifestaram preocupadas com a situacão ambas apelaram a intervenção do governo, alertando que, caso a situação não for contornada muitas pessoas podem morrer de fome e má alimentação, de igual modo queixaram-se da falta do pescado no mercado com ton laconica as mulheres criticaram duramente o ministro das pescas.

“Estamos cansadas de assistir na TV, as declarações que confirmam a existencia do peixe no mercado quando não se verifica, a menos de uma semana que, os responsavéis do ministério afirmaram que vão abastecer o mercado com peixe o facto que, até hoje não aconteceu vamos agora questionar do paradeiro daquele pescado que tenham coragem de pronunciarem publicamente sobre o paradeiro dos peixes”.        

Apesar das queixas em torno dos impostos e denuncia dos sindicatos, o Governo através do Ministro das Finanças, João Aladje Fadia, já havia afirmado no mês passado, numa das entrevistas dada à agência de notícias Lusa, que os novos impostos não têm impacto “muito significativo” no bolso dos consumidores e justificou a decisão do Governo.

“O objetivo destes impostos têm a ver com factos concretos”.

O país tem ele mesmo que gerar recursos e com base nesses recursos, fazer investimentos essênciais para o crescimento económico e suportar as suas despesas de funcionamento”, frisou o governante.

Aprovado em dezembro de 2020 pelos deputados, o OGE de 2021 prevê impostos da democracia, de audiovisual, de importação sobre materiais de construção, taxa de saneamento e ainda o aumento de impostos profissionais.

Ameaças de aumento dos preços

Vários setores económicos já se queixam da aplicação dos novos impostos e o presidente da Associação dos Retalhistas dos Mercados da Guiné-Bissau, Aliu Seide, não descarta o aumento do preço dos produtos no mercado.

“Nós recusamos, porque pagando os novos impostos, vamos aumentar o preço dos produtos que vendemos podem aumentar dez por cento e isso é alto demais”,  vincou o retalhista.
 

Autor: CAP-GB

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