Guineenses na diáspora manifestam contra a visita do presidente português a Guiné-Bissau

De: Déllcyo Sanca

Imigrantes guineenses em Portugal protestaram, hoje, em Lisboa, contra a visita do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa à Guiné-Bissau.

Em frente ao Palácio de Belém, guineenses mostraram o seu desagrado contra “sequestro, raptos, espancamentos dos jornalistas e activistas, prisão arbitrária dos adversários políticos e de sindicalistas”, de acordo com uma Carta Aberta divulgada pelos organizadores do protesto que foram recebidos pelo próprio Presidente Marcelo Rebelo de Sousa.

“Os manifestantes utilizaram mãos brancas para demonstrarem que, se manifestam em paz para os manifestantes a visita do presidente português simboliza o falta de respeito ao povo guineenses, um país que, tem um presidente que tomou com base de força, os manifestantes estão contra a liderança do presidente Embaló a quem acusam de conquistar os objectivos utilizando violências destruindo assim o país.

Reclamam que, o Portugal não se pode estender a mão com o regime que qualificam de ditador, sustentando que, esta visita devia ser realizada quando o país tiver um governo e um presidente legitimo”.

Os manifestantes foram ouvidos esta manha no palácio de Belém, dizem esperar uma resposta positiva da presidência, num encontro que, segundo a representante da comunidade guineense, em Portugal, Aldonça Ramos, foi positivo.

“Fomos bem recebidos pelo Presidente e os seus assessores. Ele não tinha informações que acabamos de dar. Por isso, considero que o encontro foi positivo”. afirmou Ramos


Vários outros guineenses disseram que, “desaconselham” Rebelo de Sousa a ir à Guiné-Bissau e condenaram mesmo a visita ao país, com cartazes nos quais podia-se ler “Não, à legalização do auto-proclamado Sissoco Embaló” e “Professor Marcelo, não és bem-vindo na Guiné-Bissau”.

Numa Carta Aberta, que a imprensa estrangeira teve acesso, e que fala em nome da “diáspora na Europa, os guineenses apontam, entre vários argumentos, contra a visita o “sequestro, raptos e espancamentos dos jornalistas e activistas; prisão arbitrária dos adversários políticos e dos sindicalistas, em pleno exercício da liberdade sindical”.

Marcelo Rebelo de Sousa chega domingo a Cabo Verde e na terça-feira, 18, deve desembarcar em Bissau, regressando no dia seguinte a Lisboa.

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