Guiné-Bissau participa no VI congresso internacional ambiental dos países da CPLP

Por: Ussumane Baldé (Fitchas)

O magno encontro decorerá de 02 à 05 de novembro do ano em curso em Cabo-Verde, tem como lema “oceano lusofonia educação ambiental caminho esperança para transformação econômica, ecológica” na comunidade dos países da língua oficial portuguesa (CPLP).


A informação foi avançada esta sexta-feira, 03-09-2021, em conferência de imprensa pelo secretário-geral do ministério do ambiente.

Lourenço Vaz, admitiu que, a delegação guineense vai representar o país condignamente sobre tudo no realce do modelo de conservação do meio ambiente da Guiné-Bissau salientou que o país adquiriu várias experiências em matéria ambiental.

Vaz mostrou-se o engajamento do seu ministério em apoiar a delegação que vai representar o país no congresso, nas terras cabo-verdianas.

Para o ponto focal da rede lusa na Guiné-Bissau, Fernando Saldanha, enalteceu a importância do encontro tendo como alguns objetivos específicos que, é de fortalecer processos conjuntos de investigação, formação e de informação, no campo da educação ambiental, contribuindo para o debate sobre o futuro do planeta, melhorar a produção científica em português, valorizando várias iniciativas e meios de divulgação sobre educação ambiental.

Segundo Saldanha durante o encontro os participantes vão ainda promover a comunidade científica sobre a educação ambiental por meio da comunicação educativa.

Entretanto o encontro do VI congresso Internacional de ambiente da CPLP e Galeza vai decorrer numa altura em que, as organizações das Nações Unida revela que, 43% dos Países não têm uma definição legal para poluição do Ar.

O Relatório do programa da UNU para o Meio Ambiente afirma que 31% dos países ainda não adotaram padrões legais de qualidade do Ar ambiente.

A informação consta num relatório da da Nações Unidas com a data de 02 de setembro de 2021, na qual, um terço dos países do mundo não possui padrões de qualidade do ar ambiente legalmente exigidos. Onde tais leis existem, os padrões variam amplamente, e frequentemente se desalinham com as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS). Além disso, pelo menos 31% dos países que têm o poder de introduzir tais padrões de qualidade do ar ambiente ainda não os adotaram, conclui a primeira avaliação de leis e regulações de qualidade do ar do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

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