Guiné-Bissau: FMI destaca desempenho económico e as reformas progressistas como robustas

Por: Ussumane Baldé

Equipa do FMI conclui consulta ao abrigo do artigo IV de 2022 e terceira e última avaliação do programa monitorizado pelo corpo técnico.

Uma missão do corpo técnico do FMI liderada por José Gijon,confirmou está terça-feira,19-04-2022,a chegada de acordo com as autoridades sobre a conclusão da terceira avaliação do programa monitorizado pelo corpo técnico(SMP-programa de referência) aprovado em junho de 20221.

A missão do fundo monetário internacional reuniu virtual e fisicamente com as autoridades, entre cinco e vinte do mês corrente, no contexto das consultas ao abrigo do artigo IV e da terceira e última avaliação do programa de referência,com a duração de nove meses, aprovado pela direção e junho de 2021.

No final da visita,o chefe da missão do FMI, Sujeitou a aprovação da direção do FMI o desempenho e progresso reformista gerais foram robustas, apesar dos desafios criados pela pandemia da Covid-19, tendo sido respeitadas todas metas quantitativas ao final de dezembro do ano passado e implementada a agenda estrutural.

“Chegamos a acordo com o executivo e o desempenho é louvável apesar da pandemia”.

José Gijon, Sublinhou que a economia do país recuperou da recessão causado pela pandemia e estima-se que o crescimento tenha acelerado para 5% em 2021, devido a produção recorde de castanha de caju, ao investimento público em infra-estruturas ao levantamento gradual das medidas de contenção da Covid-19 e a situação política global mais estável, que as perspectivas tornaram-se porém mais incertas dado o impacto potencial do aumento dos preços do petróleo e dos alimentos resultantes da guerra na Ucrânia, prevendo-se que o crescimento seja de cerca de 3/4% em 2022,com uma inflamação superior a 5% que afectará negativamente os mais vulneráveis.

“Tínhamos estimado o crescimento para 5% mas as perspectivas tornaram-se porém mais incertas”.

Enfim,a equipa do fundo monetário internacional saúda e apoia a determinação das autoridades em controlar a massa salarial, salientando igualmente a necessidade de atenuar os grandes riscos orçamentais decorrentes das empresas públicas que podem criar avultadas obrigações financeiras para o estado e comprometer a sustentabilidade da dívida.

Durante as consultas a equipa do FMI reuniu com o chefe do estado, primeiro ministro, membros da comissão de economia da ANP,Vice primeiro ministro, ministro das Finanças, ministro da energia industria e recursos naturais, ministro da administração pública trabalho emprego e segurança social, Diretora nacional do BCEAO e com o presidente do tribunal de contas sob a presidência do Soares Sambu e com a participação do oito ministros e secretários de estado.

Autor: CAP-GB

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