Guiné-Bissau: a fragilidade do poder judicial constitui grandes preocupações no país

A inquietação é da Família Franciscana da Guiné-Bissau depois de longo período de análise sobre a situação sociopolítico em que mergulha a sociedade guineense.

A posição foi expressa numa carta aberta dirigida aos representantes dos órgãos da soberania que, a nossa redação teve acesso, de acordo com a organização, o país está a viver o momento de retrocesso, as crises cíclicas afetando negativamente a esfera social, sustentando ainda que, a justiça está fragilizada, desacreditada e é seletiva, não estando ao alcance dos mais frágeis e necessitados” estranhando o silêncio das autoridades do país inclusive da comunidade internacional perante ondas das denúncias.

Citando “O país está a regredir e a viver uma crise com instrumentalização política de identidades étnicas e religiosas.

Estamos a viver uma crise política, jurídica, económica, sanitária, entre outras, mergulhamo-nos numa clima de agressões físicas e verbais, atentatórias à dignidade humana e conducentes à violação da integridade física e moral das pessoas, das instituições e da sociedade em geral, enquanto comunidade do bem”.

Em relação as movimentações dos fundos públicos, a organização disse estar acompanhar com muita preocupação translação que, chamam de gasto avultosos o uso de bem público sem quaisquer transparências.

Revoltados com a tentativa de fazer vincar a instrumentalização étnico-religioso no país, a organização adverte que, estão atentos as manobras maquiavélicas da instrumentalização étnicas e religiosas para fins políticos, vincando ausência de respostas às populações mais desfavorecidas, relativamente à assistência alimentar, educativa e proteção social, agravamento de protestos sobre os impostos aos trabalhadores, com uma situação laboral precária facto que, pela organização devia ser revertida pelos governantes.

Franciscanas questionam gestão do tesouro público, se vão para consumos políticos ou para investimento público, remata o documento.

O grupo compostos pelos fiéis católicos clamam pela combate a corrupção e uma governação exemplar, salientando que, a Família Franciscana não visa ferir ninguém deixando advertência que, o apelo é para que o Estado guineense preocupe com o seu povo, no sentido de poder solucionar os problemas ligados ao sector educacional, da saúde, investindo na economia criando oportunidades de emprego para os seus concidadãos.

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