GRUPO TEATRAL “PATACA DO NORTE” PODERÁ REPRESENTAR A GUINÉ- BISSAU PELA 4ª VEZ NO FESTIVAL CULTURAL INTERNACIONAL DE PORTUGAL

Nesse mesmo encontro, o grupo teatral, PATACA DO NORTE, foi anunciado pelo titular da pasta da cultura, que será pela 4ª vez, indigitado a representar a Guiné- Bissau a nível de cancões e danças tradicionais, no festival cultural internacional, onde também, participam grupos teatrais de vários países do mundo com destaque para países africanos falantes da língua oficial portuguesa. Para Francelino Cunha, o reconhecimento internacional das suas qualidades técnicas e profissionais, e ainda, a constante demostração dum grau elevado do sentido de responsabilidades assumidas com a Embaixada de Portugal em Bissau e com a Secretaria de Estado da Cultura, no tocante as regras pré- estabelecidas como condições a ter em conta nas deslocações à Portugal de qualquer grupo cultural, são alguns dos fatores que estão na origem das sucessivas indigitações do grupo teatral PATACA DO NORTE, a participar no festival internacional, ocorrida geralmente na Cidade de Guimarães, na zona norte de Portugal, em meados de Outubro.
GRUPOS TEATRAIS QUE PROMOVEM EMIGRAÇÃO CLANDESTINA
Contrariamente a outros grupos teatrais do país, adiantou Francelino Cunha, PATACA DO NORTE é um dos poucos grupos teatrais que vai ao estrangeiro e volta à Bissau na data marcada para o seu regresso, sem deixar ninguém para trás. O governante adiantou ainda, que existem relatos que dão conta de constantes fugas para paragens incertas, de elementos de diferentes grupos teatrais que representam a Guiné-Bissau no estrangeiro. Alguns, pela força da fuga, não chegam de comparecer aos salões de espetáculo. Portanto, para o governante Cunha, esta mais uma indigitação do PATACA DO NORTE, não passa dum prémio recebido diretamente das mãos do Secretario de Estado da Cultura, pelo comportamento que considera exemplar.Os que aproveitam das viagens para estrangeiro programadas pela Secretaria de Estado da Cultura, para se transformarem em emigrantes clandestinos, podem comprometer e de que maneira, as excelentes relações de amizade e de parceria existentes até aqui, entre a Secretaria de Estado da Cultura e a Embaixada de Portugal em Bissau.

VISITA AO MEMORIAL DA ESCRAVATURA
A Secretaria de Estado da Cultura pondera a hipótese de vir a assumir em pleno a gestão do MEMORIAL DA ESCRAVATURA de Cacheu, fundada há sensivelmente quatro anos pela organização não-governamental AD, ação para o desenvolvimento. Esta garantia foi assegurada anteontem, em Cacheu, dia 27 de Junho de 2020, pelo Secretario de Estado da Cultura, Francelino Cunha, após uma longa visita efetuada a este Centro de documentação histórica sobre o tráfico negreiro, cultura e outros conhecimentos de grande valor científico.
Francelino Cunha, frisou, que esta decisão vem na sequência de um pedido formulado pelos funcionários do memorial, na pessoa do seu coordenador, Dr. Cambraima Cassama. Funcionários que não recebem os seus salários há já 12 meses consecutivos, devido a falta de financiamento que recebiam dos seus parceiros internacionais para a manutenção e conservação do único memorial da escravatura existente no país. Pela importância que representa no contexto de um centro de investigação científica por excelência, que recebe anualmente várias centenas de turistas, estudantes, políticos, homens de negócios, jornalistas e sobretudo afro- americanos descendentes de escravos oriundos da Guiné- Bissau, o MEMORIAL DE ESCRAVATURA de Cacheu, não pode ser abandonado a sua sorte à semelhança do que aconteceu com o MEMORIAL DA LUTA DE LIBERTACAO NACIONAL de Guiledje, na Região de Tombali, que ficou reduzido aos escombros, depois da morte em 2014 do seu fundador e ao mesmo tempo secretário executivo da organização não-governamental AD, Carlos Silva Schwarz, vulgo Pipito.Para concluir o balanço geral que fazia aos órgãos da comunicação social que o acompanhou na sua visita de trabalho aos lugares emblemáticos da Região de Cacheu nomeadamente, o memorial de escravatura, baluarte de Cacheu e a primeira igreja católica construida na Cidade de Cacheu, no seculo XVll, Francelino Cunha, prometeu partilhar com S, Excelência, o Primeiro- ministro, Eng, Nuno Gomes Nabiam, a sua intenção de aceitar assumir a gestão plena do MEMORIAL DA ESCRAVATURA de Cacheu, depois, obviamente, de ouvir, também, a opinião do Eng. Tumane Camará, atual Secretario Executivo da AD. O museu da luta de libertação nacional de Guiledje, ficou definido como a próxima localidade a visitar pelo Secretário de Estado da Cultura.

Fb: SE Dr. Francelino Cunha

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