Greve de UNTG-CS não afeta Hospital Militar Principal devido a sua particularidade

A greve da União Nacional dos Trabalhadores da Guiné-Central Sindical não afetou os serviços do hospital militar principal devido sua particularidade afirmou esta terça-feira 05 de janeiro de 2021, o Diretor Geral.

A primeira paralisação do ano 2021 na função pública guineense iniciada ontem, com a duração de quatro dias, para exigir do governo o cumprimento da denda ao memorando assinado a 11 de março de 2020, e a revogação de todos os despachos que supostamente nomeou pessoas sem vínculo com o Estado.

Falando numa entrevista exclusiva a CAP-GB, Diretor Geral do Hospital Militar Principal Amizade sino-guineense José Carlos da Silva afirmou que hospital militar tem as suas particularidades por isso não adere a grave.

“ A nossa missão é de prestar os serviços a classe castrense e o povo da Guiné-Bissau”.

Como bem sabem , nós como militares não temos direito de fazer greve a nossa tarefe é de dar assistência medica a toda população de igual forma, precisou.

José Carlos da Silva recebeu número considerável dos pacientes que procuram a serviço de atendimento ontem , e apela o governo com central sindical para se promoverem um diálogo sério e profundo para ultrapassar o referendo.

A equipa de repórtagem de CAP-GB constatou a influência dos pacientes que aguardam na fileira para o atendimento.

De referir que os sindicatos do sector de saúde assim como dois dos quatros sindicatos dos professores SINDEPROF e FRENAPROF, aderiram à greve.

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