Governo guineense, pretende investir cerca 350 milhões de dólares para aumentar o auto emprego.

O Ministro da Economia, Plano e Integração Regional, anunciou esta quinta-feira 25 de Junho de 2020, que o governo guineense pretende investir cerca de 350 milhões de dólares para aumentar o auto emprego no país. Vítor Mandinga, falava na conferência de imprensa realizada no palácio do governo, em Bissau, que visa apresentar a estratégia para o desenvolvimento, emprego e fomento industrial para o horizonte 2020-2024, (E-DEFI), denominado ” HORA-TCHIGA ” aprovado pelo executivo guineense.

De acordo com o titular da pasta da Economia, dos 350 milhões de dólares americanos, 154 mil já estão garantidos e mais de 70 mil em execução, montante recebido de algumas instituições multi-laterais. Anunciando que o objectivo principal é arranjar recursos para investir directamente no auto emprego e permitir que os jovens e as mulheres com idade compreendida entre 15 à 34 anos que representam cerca de 72 porcento dos desempregados, possam ter empregos.  

” O objectivo principal é arranjar recursos para investir directamente no aumento do auto emprego para lutar contra pobreza e permitir que os jovens e as mulheres com idade compreendida entre 15 à 34 anos, que representam cerca de 72 porcento dos desempregados, possam ter empregos e produzir por conta própria sem deixar de lado os médicos e de mais profissionais “. Sublinhou

O plano hoje analisado e aprovado no Conselho de Ministros, é um programa operacional elaborado para a Guiné-Bissau, com o contributo, das associações empresariais, profissionais e da sociedade civil de referência nacional e está alinhado com as iniciativas estratégicas nacionais (DENARP-II, PEO- TERRA RANKA, PNIA etc.), sub-regionais continentais (NEPAD/PDDAA, Agenda 2063 para África, pacto de convergência, Estabilidade, Crescimento e Solidariedade da UEMOA etc.) e visa reformar a economia nacional de forma a potencializar as sinergias entre as diferentes áreas, entre as quais a agricultura, as pescas, o turismo, as infra-estruturas, a habitação, o ambiente, o fomento mineiro, o comércio e sistema de financiamento à economia.

Na ocasião o titular da pasta da Economia guineense, revelou que, 8 em cada 10 empregos criados na Guiné-Bissau, são do sector informal, por isso, afirma que é preciso ações concretas, para melhorar essas atividades e contribuindo para a sua formalização escrevendo nos registos dos comerciantes e que gradualmente vai aumentar o rendimento nos impostos.

A referida estratégia propõe uma mudança de paradigma na abordagem e sobretudo, das vias eficazes para a consecução dos objectivos de desenvolvimento sustentável.

Daí que, Vítor Mandinga, anúncio que está-se a prepara um vector de apoio a formação técnica profissional, apoiar na criação de centros de diagnóstico em saúde, ajudar as mulheres (bideiras), os comerciantes ambulantes, ter maior e melhor electricidade, melhorar o setor de transportes, mas acima de tudo, investir no homem guineense, contribuindo assim, de acordo com Vítor Mandinga, na melhoria de vida da geração vindoura. Finalizou

Autor: CAP-GB

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