Fatumata Sané: ” pedimos adoção da lei penal que criminaliza assédio sexual no país”

Por: Epifania Correia Gomes

Anuncie connosco

A campanha iniciou está sexta-feira 25.11.2021 pelo instituto da mulher e criança (IMC) e todas organizações que trabalham na defesa das mulheres e crianças.
 
Jornada de dezasseis dias do ativismo pelo  fim da violência contra a mulher que se celebra anualmente de vinte cinco de Novembro até dez de Dezembro, sendo vinte cinco de Novembro dia internacional pela eliminação da violência contra mulher e dez de Dezembro dia internacional dos direitos humanos, sob lema: pinte o mundo de laranja é lute contra a violência baseada no género.
 
A presidente da rede nacional de jovens, mulheres líderes da Guiné-Bissau, Fatumata Sané, disse que a violência baseada no género é uma preocupação permanente que as mulheres, em virtude do seu sexo, sofrem as consequências da eventual crise.
 
“é lamentável que até então  se verifica grandes entraves na emancipação plena da mulher, entre os quais o assédio sexual que constitui um tabu, enraizado na sociedade guineense”, prosseguindo que isso impacta negativamente o potencial das meninas e mulheres no nosso país, de uma sociedade justa e igualitário, “Nós, as meninas, apelamos aos deputados da nação guineense, a adoção penal que criminaliza o assédio sexual no país, porque viola a nossa integridade física e moral enquanto seres humanos”, Finalizou.
 
Ainda assegura esta ativista que a pesquisa mostra que uma em cada cinco meninas conhece outra que já sofreu violência, para ela esse dado é alarmante e, é urgente a intervenção da sua organização para pôr fim a essa prática prejudicial contra as meninas, “ temos  de proteger as nossas meninas e lutar pelos seus direitos é o que a renajelf tem desenvolvido no seu plano de ação com objetivo de fazer respeitar o direito de cada menina” disse Fatumata Sané.
 
Em representação da Ministra da Família e solidariedade social, Carlos Tibotio  disse que a Guiné-Bissau enquanto Estado, assumiu compromissos regionais e internacionais, com  a assinatura e ratificação de convenções e protocolos adicionais relativo aos direitos humanos, em particular os que proíbem violência e a disseminação com base no género.

Carlos,  enumerou os esforços consentidos pelo governo em colaboração com as organizações da sociedade civil e parceiros de desenvolvimento no sentido de travar não só as violência feitas às mulheres e meninas, mas também promover a igualdade de género e o empoderamento das mulheres e meninas,  que segundo ele ainda persistem violações dos direitos sociais, económicos e culturais.
 
 
“ apesar de existir mecanismos da supressão de tais atos, as mulheres continuam sendo relegados para posições irrelevantes nos postos de responsabilidade, particularmente nos domínios da prevenção, gestão, resolução de conflitos e mediação para a paz” Frisou.
 
De lembrar que face a situação da violência sofridas pelas  mulheres e meninas do mundo inteiro, foi instituído pelas nações unidas a campanha de dezasseis dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres.
 
 
 
 

Autor: CAP-GB

Partilhe este artigo

cap gb o amanha começa aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Subscreva email noticias cap-gb

capgb info email seja assinante: