Ex-combatentes das Forças Armadas Portuguesa continuam a exigir pensão de ‘acordo de Argélia’

Associação dos Ex-combatentes, deficientes das forças armadas portuguesa na Guiné-Bissau, renderam esta sexta-feira 16/04/2021, uma homenagem ao Comandante da primeira companhia de comando Africano da Guiné Portuguesa, Capitão João Bacar Jaló.

A homenagem contou com a presença dos amigos combatentes e familiares do falecido capitão.

Para inteirar-se da vida do Capitão João Bacar Jaló, o ex-combatente Abel de Barros, apresentou um pouco do percurso do ex colega Bacar Jaló, que foi graduado em capitão do exército português em 4/06/1970 E logo foi-lhe conferida a comandar a primeira companhia de comandos africana e tomou parte em cerca de 350 operações de Quinara a Cacine ( Titi, Cufar, Cachaque Caiore, Darsalame, São João e Como).

O ex-soldado português Abel de Barros, pressiona o estado português junto da comunidade Internacional de assumir suas responsabilidades no cumprimento de acordo de Argélia de 26 de Agosto de 1974, Relativo ao pagamento de pensão de sangue de invalidez e reforma aos que prestaram serviço do estado português, abrigo no decreto-lei número 17/ 77 e aprovado em conselho de ministro no dia 22/12/1976 do seu artigo n°10.

De novo, o Presidente da associação dos Ex-combatentes, deficientes das forças armadas portuguesa na Guiné-Bissau, responsabiliza o estado guineense por manter de braços cruzados, e assegura que vão continuar a reivindicar os seus direitos até a solução do processo, deixando a porta para a negociação aberta.

Amadu Djau, adverte o estado da Guiné-Bissau que caso não intervirem na resolução e cumprimento de acordo não vão votar nas próximas eleições.

Autor: CAP-GB

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