Elementos de batalhão da Presidência Guineense espancaram ativistas Carlos Sambú e Queba Sani (R.Kelly)

Os dois ativistas políticos e militantes do Movimento para Alternancia Democratica MADEM-G15 Carlos Sambú e Queba Sani (R.Kelly), repetivamente, denunciaram esta sexta-feira 09 de Outubro de 2020 que foram ” fortemente ” espancados pelos agentes do batalhão da presidência da República da Guiné-Bissau.

Denuncias dos dois ativistas feitas numa conferencia de imprensa realiza na casa dos direitos, em Bissau e na qual informaram que o autor do rapto é chefiado por Tcherno Bari vulgarmente conhecido por “Tcherninho” segurança do chefe de Estado guineense, Umaro Sissoko Embaló que os conduziu a presidência da república da República Guineense a onde encontraram mais cinco agentes que os torturou de forma severa durante 30 minutos

De acordo com os dois ativistas o rapto aconteceu no bairro de ajuda em Bissau e no local Carlos Sambú levou uma coronhada que originou bater com a cabeça numa pedra e o R.Kelly foi torturado até ficar paralisado. Facto que os dois ativistas considrema de humilhação

A conferência de imprensa, que contou com a presença do Presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, Augusto Mário Silva, os dois ativistas dizem ser acusados de criar perfil falso com objetivo de criticar a atual Ministra dos Negócios Estrangeiros Suzi Carla Barbosa, acusações por eles negadas.  

Aos jornalistas, Carlos Sambú disse foram levados ao Ministério do Interior de onde não foram detidos mas ficaram no quintal da prisão. Tendo afirmado que receberam desculpas por parte do Ministro do Interior Botche Candé.

Entretanto, sobre o assunto, o Presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, Augusto Mário Silva, referiu que “é a primeira vez” que está a ser confrontado “com uma denúncia de tamanha gravidade e carregada de uma infâmia nunca antes vista na Guiné-Bissau”. Tendo a considerada de “inadmissível”

O Ministério Público da Guiné-Bissau anunciou quinta-feira a abertura de um inquérito que visa os responsáveis morais e materiais daquilo que classificou como um “ato ignóbil”.

O Presidente da República da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, está hoje em Lisboa, no âmbito de uma visita de Estado a Portugal.

Na quarta-feira, antes de viajar para Lisboa, o chefe de Estado lamentou o que aconteceu aos dois ativistas e pediu ao Ministério Público para abrir um inquérito ao caso.

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