Eleições americanas: Joe Biden perto da vitória, cinco estados ainda na balança

Dias após o encerramento das urnas, ainda não sabemos o nome do homem que irá liderar os Estados Unidos durante os próximos quatro anos. Joe Biden tem apenas seis eleitores a menos do que Joe Biden para se juntar teoricamente à Casa Branca.

Um pouco mais de paciência. Ainda era impossível dizer, na manhã de sexta-feira, 6 de Novembro (em França), qual de Joe Biden ou Donald Trump tinha ganho as eleições presidenciais americanas. A incerteza dissipa-se de qualquer forma, à medida que as horas passam: o candidato democrata está apenas a seis eleitores da vitória, e portanto da Casa Branca. Eis o que precisa de recordar sobre a altura destas eleições.

Ainda não conhecemos o vencedor
Tal como em 2000, durante o duelo entre o democrata Al Gore e o republicano George W. Bush, os americanos foram para a cama pela terceira noite consecutiva sem saberem o nome do seu futuro presidente.

Cinco estados ainda não deram o seu veredicto: Carolina do Norte, Nevada, Alasca, Pensilvânia e Geórgia. Nestes dois últimos estados, a distância entre os dois candidatos continuou a diminuir à medida que a quinta-feira avançava. Donald Trump passou de 18.000 para menos de 2.000 votos à frente na Geórgia, e de 160.000 para cerca de 26.000 na Pensilvânia.

Para vencer, um candidato deve ter o apoio de pelo menos 270 dos 538 eleitores do Colégio Eleitoral. Joe Biden teve 264 votos eleitorais na quinta-feira de manhã, enquanto Donald Trump teve 214.

Donald Trump ganhou em 23 estados até agora…
O presidente cessante encantou até agora quatro estados-chave (Florida, Iowa, Ohio, e Texas), bem como o Alabama, Arkansas, Carolina do Sul, Dakota do Norte, e Dakota do Sul, Idaho, Indiana, Kansas, Kentucky, Kentucky, Louisiana, Mississippi, Missouri, Montana, Nebraska, Oklahoma, Tennessee, Utah, West Virginia e Wyoming.

Joe Biden vence em 23 estados até agora.
O candidato democrata também venceu até agora no Arizona, Califórnia, Colorado, Connecticut, Delaware, Hawaii, Illinois, Maine, Maryland, Massachusetts, Michigan, Minnesota, New Hampshire, New Jersey, New Mexico, New York, Washington, Oregon, Rhode Island, Vermont, Virginia, Wisconsin. Para além destes estados, encontra-se o Distrito de Columbia.

Uma taxa recorde de participação
A figura oficial ainda não é conhecida, mas os meios de comunicação americanos prevêem uma afluência recorde às urnas para as eleições presidenciais deste ano. Mais de 100 milhões de eleitores já tinham votado mais cedo, por correio ou pessoalmente nas mesas de voto pré-abertas. Isso é três vezes mais do que em 2016. Este registo está a contribuir para um longo processo de contagem e está a alimentar uma grande incerteza quanto a quem irá ocupar a Casa Branca.

Na terça-feira de manhã, quatro estados já tinham ultrapassado a sua afluência às urnas em 2016, mesmo antes de abrirem as suas mesas de voto: Texas, Hawaii, Washington DC e Montana.

Além disso, Joe Biden já fez melhor do que Barack Obama. O democrata tornou-se o candidato com mais votos nas eleições presidenciais americanas. Às 17:30h, hora de Washington (23:30h, hora de Paris) de quarta-feira, à medida que a contagem continuava, ele já tinha obtido 71 milhões de votos, contra 68 milhões para Donald Trump, de acordo com a agência AP. O recorde anterior tinha sido estabelecido por Barack Obama em 2008 com 69,5 milhões de votos, de acordo com o site da estação de rádio pública NPR.

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