Doze unidades de descasque da castanha do caju fecharam as portas, por falta de conservantes.

Neste momento, o país conta apenas com três unidades em funcionamento, sendo uma em Quinhamel, outras em Bula e Safim.
O facto, foi revelado pelo presidente da Agência Nacional de Cajú, durante visitas a Bula e Mansaba, para se inteirar da situação dos camponeses, durante a pandemia.
Caustar Dafa anunciou que ANCA está a trabalhar junto dos parceiros para recuperação dos centros e aumentar a capacidades de transformação da castanha e responder os desafios econômico.

Para fazer face aos desafios econômicos Dafa aponta a renovação dos pomares, as sensibilizações dos agricultores no sentido de começarem a podar os seus cajueiros, e a utilização de pesticidas para eliminar os insetos para não o deixar cair, assim as plantas vão recuperar as sementes perdidos.
Questionado sobre a relativa perda de qualidade da nossa castanha nos últimos anos, o responsável respondeu que a Agência de Caju já dispõe de um plano para fazer face a situação, anunciado assim o acordo de parceria celebrado com uma das empresas brasileira que trabalha na fileira de caju a muitos anos e que vai apoiar a ANCA nas formações dos seus quadros.

Ainda, Caustar Dafa deixou apelos aos camponeses e agricultores no sentido de começarem a pensar na descentralização da agricultura, justificando que a pratica da mono cultura não ajuda o desenvolvimento da econômico de qualquer pais.

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