Crise política: DSP no palácio para evitar decisões que podem levar a erros irreversíveis

Na sua declaração a imprensa, em jeito de balanço do encontro, Simões Pereira,

Por: Laércia Valeriana Insali

Bissau, 13/05/2022 Presidente da república iniciou esta sexta-feira, o processo de auscultação as forças vivas das nações, iniciando com presidente da ANP, e resto dos lideres dos partidos políticos com assento no parlamento, comvista a derrube do parlamento em que o lider dos libertadores informou que comunicou o presidente da república o que lhe vai na alma e na dos guineenses em geral.

Um encontro pouco particular, que teve como momento o aperto de mão entre o Umaro Sissoco Embaló presidente da república e o lider do PAIGC Domingos Simões Pereira de recordar que os dois políticos nunca se cruzaram desde a tomada de posse de presidente Embaló.

Na sua declaração a imprensa, em jeito de balanço do encontro, Simões Pereira, lembrou o momento jamais vista ao publico desde 2019. Para ele é necessario fazer algo para evitar aquilo que apelidou de “Bomba preste a explodir”. E que foi junto ao presidente lhe transmitir sua preocupação relativamente a estabilidade do país.

“Vim partilhar com o presidente e lhe exprimir meu sentimento relativamente a situação do país, deixando de lado a coerência para o psrtilhar o que de melhor para Guiné-Bissau”, disse DSP, prosseguindo que escolheu ir ao palácio da república, livremente num momento, ou seja na vespéra da decisão que PR manifestou em dessolver o parlamento, que para ele pode constituir um erro tremendo, que uma vez tomada jamais poderá ser corrigida e que poderá engendrar consequências tragicas ao país.

“perante este fato, acho que a minha coerência pode ser menos significativo, quanto ao decisão representa para paz e estabilidade nacional”. Disse presidente do PAIGC.

Questionado sobre qual decisão espera que PR da vai tomar, Simões Pereira disse que, o PAIGC fez seu papel que é de transmitir seu pensamento sobre a matéria ao presidente e que cabe a ele agora analizar e tomar a decisão que achar melhor, lembrando, prosseguiu DSP que espera que a decisão a tomar deve ser aquele em que não prejudique o povo guineense.

“Presidente da república tem todas as prerrogativas para tomar as decisões que pretende, mas lembro que o que ele tem nas mãos é como uma “bomba atómica” serve mais para persuação do que ser posta em marcha, porque uma vez lançada não tem volta” concluiu

Autor: CAP-GB

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