Costa do Marfim: a tão aguardada investidura de Alassane Ouattara

Vários Chefes de Estado e de Governo viajaram de Abidjan a 14 de Dezembro para assistir à tomada de posse do Presidente da República Alassane Ouattara, na sequência da sua reeleição a 31 de Outubro de 2020.

Inicialmente prevista para ter lugar em Yamoussoukro, a Presidência da República fez uma alteração para esta inauguração que contou com a presença de vários Chefes de Estado. O antigo Presidente francês Nicolas Sarkozy atirou atenção de muitos quando o mestre de cerimónias, Ali Diarrassouba, anunciou a sua presença no salão.

Nesta cerimónia sóbria, os seguintes presidentes foram recebidos com aplausos: Roch Marc Christian Kaboré do Burkina Faso, M’ba Daw do Mali, Georges Weah da Libéria, Presidente da República Umaru Sissoko Embalo, Nana Akufo Addo do Gana, Denis Sassou Ngesso do Congo Brazaville, Mohamed Ould El-Ghazouani da Mauritânia, Mahamadou Issouffou do Níger, Macky Sall do Senegal, Faure Gnassingbé do Togo, Sahle-Work da Etiópia, Good Luck Jonathan ex-Presidente da República Federal da Nigéria.

Cyril Ramaphosa, Presidente da África do Sul e actual Presidente da União Africana (UA) foi representado pelo seu Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Gwede Mantashe, assim como Emmanuel Macron de França que enviou o seu Ministro da Europa e dos Negócios Estrangeiros Jean-Yves Le Drian.

Para além destes Chefes de Estado, deve ser acrescentada a presença dos Presidentes das instituições continentais e regionais, como o Presidente da Comissão da União Africana, Moussa Faki Mahamat, e o Presidente da Comissão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), Jean-Claude Kassi Brou, o Presidente da Comissão da União Económica e Monetária da África Ocidental (UEMOA), Abdallah Boureima, e o Representante Especial do Secretário-Geral das Nações Unidas para a África Ocidental e o Sahel, Mohamed Ibn Chambas.

De notar que o Presidente Ouattara foi reeleito com 94,27 votos num boicote eleitoral boicotado pela oposição. A oposição tinha exigido a invalidação da candidatura do presidente cessante, acreditando que este terceiro mandato era contrário à Constituição.

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