Caso 1 de fevereiro: coletivo de advogados alega interferência dePR na soltura de seus clientes

Por: Laércia Valeriana Insali

O coletivo dos advogados em defesa dos supostos envolvidos no acontecimento de 1 de fevereiro, reagiram esta quinta-feira 28/04/2022 numa conferência de imprensa sobre posição do estado-maior e do presidente da república face ao processo de liberdade destes.

Em nome do coletivo, o advogado Victor Mbana, afirmou que a posição do coletivo tem a ver com a “obscuração” da atividade jurisdicional por parte do presidente da república e chefe de estado-maior.

“As decisões tomadas pelos delegados do ministério público que nas suas investigações alegaram não houver indícios em alguns presos do caso de 1 de fevereiro, não foram respeitadas devido a obscuração da atividade jurisdicional por parte do presidente da república e chefe de estado-maior, que recusaram a liberdade destes” assume o coletivo dos advogados

Portanto, consideram o ato de tentativa de obstrução das competencias do poder judicial e de seu sequestro, por outro lado, garantem defender os direitos fundamentais, zelar pela lei e fazer de tudo para que estes cidadãos sejam libertados.

Além da exigência da liberdade imediata dos supostos envolvidos, coletivo ameaça acusar chefe de estado de se envolver no ato, se não intervir para libertação destes cidadãos num período de 24h.

De relembrar que, o juiz de instrução criminal do tribunal regional de Bissau, Liga Djassi, mandou no dia 22 de Abril que os 14 suspeitos sejam imediatamente libertados.

Autor: CAP-GB

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