Carta 21 e CAAEPP-GB promovem marcha pacífica entre os dias 18 à 22 do mês em curso

A posição dos alunos foi tornada pública esta sexta-feira, 15 de janeiro de 2021, na conferência de imprensa conjunta entre Carta 21 e Confederação das Associações dos Alunos das Escolas Públicas e Privadas da Guiné-Bissau CAAEPP-GB, para exigir do governo a fim de greve geral na função pública protejada para segunda feira.

A União Nacional dos Trabalhadores Central Sindical ( UNTG-CS), entregou na semana passada caderno reivindicativo ao governo com intuito de paralisar a função pública guineense a partir de segunda-feira 18 de janeiro para exigir o governo de Nuno Gomes Nabian, cumprimento da adenda assinado a 11 de março de 2020, e a revogação de todos os despachos que supostamente nomeam pessoas sem vínculo com o Estado.

Os sindicalistas acusam o Governo de apresentar um Orçamento Geral do Estado (OGE), que não vai ajudar o setor privado, já severamente afetado pela pandemia da covid-19, e que pretende criar impostos sobre contribuintes.

Alfa Umaro Só, presidente do CAAEPP-GB, disse que a conferência de imprensa tem como objetivo informar a opinião pública sobre as manifestações projetadas para os dias 18 à 22 do mês corrente.

Todo cidadão tem direito a educação neste sentido o governo tem que assumir a sua responsabilidade a fim de garantir a escola a todos os cidadãos e procurar melhor forma possível para travar sucessivos greves nas escolas públicas do país.

Ainda o responsável disse que já mobilizaram alunos de diferentes escolas públicas participar nas manifestações a frente de Palácio do governo para exigir os seus direitos que é consagrada na constituição da República e apela aos pais encarregados de educação no sentido de permitir os seus educandos tomarem parte na marcha.

Alfa Umaro mostrou-se confiante que o Ministério do Interior vai aceitar o pedido e consequente o asseguramento dos manifestantes.

Nós já cumprimos com todos os documentos para a autorização da marcha entregamos o pedido na Câmara Municipal, na Aviação e Transporte Terrestre e no próprio ministério do interior, caso não autorização não impedirá nos de realizar marcha, salientou.

Refere-se que no passado dia oito de janeiro a força de defesa e segurança impede a realização da marcha dos alunos que se dirigiam a Palácio do governo.

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