António Nhaga: É preciso liberdade económica e tecnológica dos mídia e dos jornalistas para combater a corrupção

O Bastonário da Ordem dos Jornalistas António Nhaga defendeu esta quinta-feira 29 de Outubro de 2020 que quanto maior for a liberdade económica e tecnológica dos mídia e dos jornalista maior será o combate a a corrupção o que de acordo com Nhaga ” lamentavelmente ” na Guiné-Bissau não acontece devido a falta de instância interna de produção de conteúdo de qualidade para consumo humano.

” Na verdade, quanto maior for a liberdade económica e tecnológica dos mídia e dos jornalista maior será o combate a a corrupção, lamentavelmente na Guiné-Bissau não acontece devido a falta de instancia interna de produção de conteúdo de qualidade para consumo humano”. Defendeu

Antonio Nhaga

Afirmação de António Nhaga feita na abertura do seminário de capacitação destinada aos media e jornalistas subordinado ao lema ” Ética, Media e Transparência” os desafios no combate a corrupção.

Antonío Nhaga(abertura do seminário de capacitação)

Na sua comunicação, o Bastonário da Ordem dos Jornalistas sublinhou que os mídia deveriam saber explicar a sociedade política nacional que é ” precisos engolir o seu orgulho esquecer os seus negócios pessoais para defender o bem maior que é a Guiné-Bissau”.

Mas para isso aconteça de acordo com Nhaga é ” preciso acabar com a colocação dos jornalistas inorgânicas na direção dos órgãos de comunicação social” caso contrário, os mídia e jornalistas guineenses não conseguirão combater a baixa transparência política a fraca participação da sociedade civil no combate a corrupção e o elevado nível de burocracia administrativa que esconde a corrupção.

Para o também professor universitário a imprensa pode ser uma importante arma de combate à corrupção trabalhando com a sociedade civil para evitar que um pequeno grupo de pessoas expostas politicamente controle economicamente. Tendo defendido que haja um modelo de negócios para fortalecer a liberdade económica e tecnológica dos mídia e jornalistas no combate a corrupção.

O seminário que decorre durante todo o dia de hoje numa das unidades hoteleiras de Bissau é uma iniciativa da Associação Guineense Anti-corrupçao (AGAC-GB) e se realiza âmbito da campanha de sensibilização KÉ KU NTEN KU CORRUPSON.

Para o presidente da Associação Guineense Anti-corrupçao Joel Aló Fernandes a Guiné-Bissau precisa de um órgão de comunicação forte, coeso e responsável para fazer uma frente comum contra o combate a corrupção. Tendo afirmado que o evento constitui uma ocasião para reafirmar a inequívoca de vontade de trabalhar em conjunto com os jornalistas na luta contra a corrupção.

Finalmente o representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no evento, Ousman Djop, sublinhou que qualquer país do mundo não poder ser desenvolvido quando uma boa camada da sua população não sabe que tem direito a saúde, educação e demais direitos e, para que isso aconteça é indispensável a contribuição dos jornalistas. Contudo, alerta para a necessidade de apurar os factos fazendo verificação dos acontecimentos e velando sempre pela paz.

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