Abel da Silva: ” Nova moratória visa regulamentar, proteger e explorar de forma racional os recursos naturais”.

O Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, afirmou esta segunda-feira 19 de Outubro de 2020 que a moratória decretada pelo Conselho de Ministro no dia 8 de Outubro corrente, visa regulamentar, proteger espécies em extinção e explorar com racionalidade os recursos naturais.

Abel da Silva falava numa conferência de imprensa conjunta com o Ministro do Ambiente Viriato Cassamá realizado no palácio do governo em Bissau, para reagir ao que considera de ” maldosa, especulação e desinformação ” feita por parte de alguns jornalistas e ambientalistas em relação ao decreto aprovado pelo Conselho de Ministro no dia 08 de Outubro de 2020, que pela sua essência, de acordo com Abel da silva, faz um levantamento parcial do regime para exploração florestal.

Aos jornalistas, o titular da Pasta de Agricultura esclarece que o decreto de regime parcial para exploração florestal, autoriza só os madeireiros credenciados e certificados com licenças e condições de trabalhar. Tendo sustentado que é mais fácil controlar 12 ou 14 serrações que pagam regularmente as suas contribuições, em vez de, querer controlar milhares de mota ceras que nada contribuam para o Estado guineense.    

De acordo com o Ministro da Agricultura e Desenvolvendo Rural, a moratória elaborada em 2015 tem causado impactos negativos nas matas do país, uma vez que, na altura, não se fez nenhum repovoamento questionando do paradeiro de cerca de dois biliões de francos cfa resultante da venda da madeira.  

O Ministro do Ambiente e Biodiversidade, Viriato Soares Cassamá, para além de realçar a pertinência e envolvimento dos dois Ministérios, afirma que a nova dinâmica visa imprimir maior controlo na defesa dos recursos florestais. Tendo anunciado que para já antes de emissão de qualquer licença os concessionários devem apresentar a sua respectiva licença ambiental e planos de ornamento floresta.

Na ocasião, o Diretor-geral de Floresta, Bernardo Braima Mane a direção sob a sua tutela está empenhada em identificar e repovoar todas as zonas afetadas em 2012 pela corte de árvores em quase todo o território guineense. Tendo garantido que no momento está suspenso a autorização de licença para corte de árvores e qualquer movimentação não é da responsabilidade da Direção-geral da Floresta.   

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