A lei da imprensa Guineense precisa ser contextualizado

POR: Epifania F. Gomes

Afirmação é feita hoje 01.07.2021 no ato da tomada de posse dos membros da confederação Nacional  das organizações da imprensa CNOI pelo secretário geral do ministério da comunicação  Mamadú Sanó que a  lei da imprensa  Guineense esta um bocado descontextualizado e o desafio deve ser tentar consolidar a lei da imprensa e velar para que seja efetivamente cumprida a letra, melhoria de condições de trabalho e no seu todo para os associados e funcionários da comunicação social.

Para o presidente da confederação Nacional das organizações da imprensa  Alén Iero Embaló  garante que fará o possível para que a sua organização seja exemplar na luta pela defesa  da classe jornalística, e para outras  organizações  existentes “digo lhes que a CNOI é um parceiro novo no mundo sindical cujo objetivo é juntar sob a suas jurisdição, associações que defendem o mesmo interesse”.

Por outro lado apela o sindicato dos jornalistas  e profissionais da comunicação social que a luta é mesma assim como os objectivos “se unirmos crescemos juntos aos chefes da imprensa  e autoridades da Guine-Bissau digo -vos que CNOI é parceiro em que temos que confiar”, afirmou para de seguida acrescentar que necessario comungar esforços, “devemos trabalhar para construir uma imprensa livre independente dotadas de meios que lhe permitam formar uma consciência e opinião nacional consciente “ frisou Iero Embaló.

Por seu lado o presidente do conselho nacional da comunicação social  Ladislau Embassa disse que o setor  da comunicação social é setor crucial para consolidação da democracia e desde a sua implantação ate hoje tem vivido enormes problemas e dificuldades com a sua consolidação e a imprensa tem um papel essencial no sentido de conseguir atingir tranquilidade,  ainda assegura que a ferramenta legal e fundamental da imprensa é a constituição e as leis que regulam o setor.

Por fim Embassa afirma que o grande problema que existe na imprensa guineense  são  condições profissionais precárias dos próprios recursos humanos e financeiros dos funcionários da comunicação social. Assim sendo os corpos sociais empossados têm a responsabilidade em encontrar meios e condições que possam ajudar os jornalistas a exercerem devidamente as suas funções, se não  conseguindo isso terão sempre dificuldades de poder exercer a sua missão que é de informar e formar de forma objetiva, isenta aos cidadãos.

De recordar que o mandato da confederação  nacional das organizações da imprensa  terá duração de três anos.

Autor: CAP-GB

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