A Guiné-Bissau conta com três infraestrutura de raiz de tratamento de Noma

Por: Epiania Correia Gomes

O centro da reintegração Hilfsaktion Noma está operar na Guine-Bissau desde 2008, trabalhando em estreita colaboração com o governo da Guine-Bissau e com as entidades interessadas na problemática de noma.

Durante a cerimónia de inauguração do centro de reintegração a presidente da Hilfsaktion Noma Ute Winkler-Stumpf, disse esta Quinta-feira 11.11.2021 que a instalação da antena da Hilfsaktion Noma em Bissau é a inauguração do centro de reintegração, a sua organização desenvolveu várias ações que continuarão para a erradicação de noma no país, contudo o trabalho no terreno tem revelado que a erradicação de noma não é uma tarefa fácil, pois a noma resulta da combinação da ignorância com a mal nutrição, falta de higiene e pobreza.
 
“ O centro de reintegração que estamos a inaugurar é mais um estabelecimento que a nossa organização coloca ao serviço dos pacientes de noma na Guine-Bissau”. Garante Ute Stumpf

Este responsavel defendeu ainda que o centro vai apoiar os pacientes nas suas freintegrações com formação vocacionais e técnicas, criando as condições necessárias para poderem ter sucessos nos seus desafios de aprendizagem e de integração na sociedade guineense.

 Ainda Ute, assegura que a noma é frequentemente referenciado como sendo o rosto da pobreza, para isso a luta contra noma requer uma vasta cooperação e colaboração entre as diferentes entidades e organizações que operam na Guine-Bissau, na qual descreveu ações importantes que a sua organização desenvolveu para luta contra noma no pais, começando com a divulgação dos conhecimentos e informações sobre a enfermidade noma em todo território nacional, formação do pessoal de saúde para poderem diagnosticar e tratar a noma nas suas diferentes fases, desenvolvimento  de ações de sensibilização sobre a noma nas comunidades guineense, construção e equipamento de infraestrutura sanitárias e de apoio às vítima de noma para agilizar as ações da luta contra noma na Guine-Bissau e facilitar a reintegração das pessoas na sociedade e a realização de campanhas periódicas de operações plásticas com apoio de reconhecidos cirurgião plásticos Europeus e Africanos.
 
Atualmente a população guineense pode contar com três infraestrutura construídas e equipadas pela Hilfsaktion Noma, centro de noma site em frente do hospital militar principal, casa das crianças sita em Imbassine e centro de reintegração inaugurado está quinta- feira no Bairro Penha, zona das Embaixadas.
 
Por sua vez A secretária de Estado de Gestão Hospitalar Cornélia Aleluia Lopes Mam reconhece papel determinante que a ONG Noma tem desempenhado no país na produção, prevenção, tratamento e reintegração das pessoas na sociedade, contudo reconhece que alguns fatores sócio culturais existente  na população guineense são principais causas da noma, e a principal defesa de um combate à noma é erradicação da desnutrição das crianças menores de cinco anos, a educação de bom hábitos da higiene oral e uma prática de saneamento básico de bons cuidados de saúde.
 
Por seu lado o coordenador da Antena Noma na Guiné-Bissau Mamadu Mané  falou da situação da noma no pais.
 
“ No início tínhamos dificuldades porque é uma doença desconhecido, recebiamamos assistência de Níger porque a doença  estava com a gravidade, não conhecíamos  nenhum médico guineense, e agora não posso afirmar mas a população conhece a doença noma traves da divulgação da nossa informação, e no nosso registo a província Leste tem apresentado maior número de casos de doença de noma”, Frisou Mamadú Manuel.

Conhecida como noma, doença causada entre outros por má higiene bucal atinge especialmente crianças entre 2 e 6 anos de idade que estejam mal nutridas e debilitadas.
 
 

Autor: CAP-GB

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