Guiné-Bissau: A segunda vice presidente do PAIGC, qualifica de `terrorismo` o atual momento político.

Estas declarações foram proferidas esta quarta-feira 24 de Junho de 2020 numa conferência de imprensa pela 2 vice do partido Maria Odete Costa Semedo, realizada na sede do partido em Bissau.
Na sua comunicação, a dirigente do PAIGC afirma que o partido está determinado na luta pela firmeza da justiça e democracia , condenando o que considera de “gritante incoerente” do atual governo e responsabiliza o pelas consequências futuras.


De acordo com Odete Semedo, PAIGC manifesta sua indignaçao com a suposta ameaça que segundo ela é mais de que um simples rapto e espancamento de um legitimo representante do povo, relembrando ainda o partido, que ate hoje o governo não se pronunciou sobre o referido rapto. PAIGC, afirma ainda que não se encontra nenhum comunicado do Ministério do Interior e do Ministério público sobre a diligências da investigação.
Ainda Costa Semedo questiona a passividade da comunidade internacional sobretudo á CEDEAO Citando “ o povo da Guiné-Bissau só quer saber se os vossos representantes conseguem ver no espelho?
O povo da Guiné-Bissau quer saber como conseguem ser arrastadas para lama pelos interesses de um único homem: Macky Sall?
Povo da Guiné-Bissau quer saber o que aconteceu ão vosso comunicado que ordenava a formação de um governo de acordo com a constituição da República da Guiné-Bissau e os resultados das eleições legislativas de 10 de Março de 2019.
O PAIGC, chamou atenção dos representantes da CEDEAO: 22 de Maio de 2020 era a data estipulada para a formação de um novo governo, o que aconteceu?
Povo merece a explicação da vossa parte.
PAIGC, sustenta que já tem um encontro marcado com CEDEAO no supremo tribunal de justiça dessa instituição, afirmando que vão até HAIA se for necessário.”
Entretanto, coletivos dos advogados de Armando Correia Dias, inconformados com a decisão do Ministério Público, em se aplicar a medida de coação de apresentação periódica ao N’dinho.
Advogados ameaçam avançar com um requerimento junto a Procuradoria geral da República por alegada ilegalidade da parte do Magistrado do Ministério Público.
Sustentando ainda que esta medida de coação só é aplicada por juiz do supremo tribunal de justiça, de acordo o despacho n°1/ 2017 que concede o magistrado do Ministério Público só a competência de se aplicar o termo da residência aos acusados.

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